Visualização das Tendências de Evolução da COVID no Brasil

Atualizado em 14/08/2020 às 20:20
Base SRAG com óbitos na DATA REAL atualizada com dados de 10/08/2020

Disponibizamos uma ferramenta de visualização da evolução da COVID que atenua significativamente o problema da notificação errática de óbitos, permitindo analisar de forma mais clara as curvas de evolução da pandemia, que são apresentadas em vários formatos. Essa página é totalmente compatível com dispositivos móveis, mas oferece mais recursos e detalhamento das informações para usuários de tablets, notebooks e desktops, bastando clicar ou tocar levemente sobre as curvas ou na legenda do gráfico.

Recomendamos fortemente a visualização dos gráficos aqui apresentados em notebooks e desktops para ter acesso a informações mais detalhadas dos gráficos. Para obter o detalhamento de um ponto específico de uma curva, basta posicionar o mouse sobre o local desejado na curva. Para habilitar ou desabilitar individualmente a exibição de uma das curvas de um gráfico, basta clicar na parte da legenda correspondente à curva.

Brasil no Mundo

Nessa seção apresentamos os gráficos da evolução dos óbitos da COVID do Brasil em comparação a alguns países relevantes no contexto da pandemia. Mesmo para os visitantes que não possuem muito interesse pelo cenário internacional, os gráficos dessa seção ajudam a entender melhor a situação do Brasil. Por possuir países que já estão bem avançados no ciclo da COVID, os gráficos aqui expostos exemplificam como diversas situações presentes na evolução da pandemia se refletem no conjunto completo de gráficos. Com isso, é possível compreender melhor a natureza complementar das informações de cada gráfico, o que irá contribuir para analisar melhor o cenário dos estados e municípios do Brasil, que ainda estão mais atrasados no ciclo da pandemia.

Gráfico 1.1

O gráfico abaixo de tendências do número de mortes absoluto do Brasil em comparação a alguns países relevantes no contexto da pandemia.

 

Gráfico 1.2

O gráfico abaixo de tendências do número de mortes por milhão de habitantes do Brasil em comparação a alguns países relevantes no contexto da pandemia.

 

Gráfico 1.3

O gráfico abaixo do número de mortes por milhão de habitantes do Brasil em comparação a alguns países relevantes no contexto da pandemia em escala linear.

 

Gráfico 1.4

O gráfico abaixo do número de novas mortes diárias por milhão de habitantes do Brasil em comparação a alguns países relevantes no contexto da pandemia em escala linear.

 

Gráfico 1.5

O gráfico abaixo do número de novas mortes diárias por milhão de habitantes dos Brasil em comparação a alguns países relevantes no contexto da pandemia em escala logaritma.

 

Gráfico 1.6

O gráfico abaixo sumariza a evolução no Brasil, dividindo os óbitos nas capitais, das regiões metropolitanas que circundam a capital (excluíndo a capital), dos estados que possuem uma região em torno da sua capital, e do restante do estado, que está com a legenda de "interior" no gráfico. Esse gráfico mostra o número de óbitos diários por data de notificação segundo a divisão descrita anteriormente.

 

Gráfico 1.7

O gráfico abaixo compara as novas notificações de óbito diárias do Brasil com o valor resultante da aplicação do filtro Savitzky-Golay, que atenua as oscilações mas preserva a tendência geral da variável por um período de 21 dias. Esse gráfico é um excelente exemplo da atuação deste filtro, que é aplicado em todos os gráficos, do Brasil, estados e municípios, pois estes têm como fonte de informações dos óbitos organizados pela data de notificação. No Brasil todo, a notificação de óbitos oscila muito pela irregularidade na conclusão dos exames e na inserção dos óbitos no sistema do SUS, tipicamente menor nos finais de semana. Esse filtro só não é aplicado nos gráficos da base SRAG, por apresentarem as mortes classificadas pela data efetiva da morte, caso em que a questão da irregularidade não existe e o filtro não é necessário.

 

Análise do Brasil

  • 17/05/2020

    Com o acréscimo de um número muito maior de gráficos, conseguimos mostrar melhor a posição do Brasil em relação ao cenário internacional. O número de mortes por milhão de habitantes hoje só está pior do que os países que são referência no cenário internacional, ultrapassamos a Finlândia e estamos um pouco inferioes à Alemanha e Dinamarca, mas numa situação muito melhor do que os países que tiveram problemas mais sérios. O que preocupa é a nossa taxa de crescimento, que está mais elevada, embora tenha apresentado uma leve queda na última atualização. A presença de vários gráficos vai ajudar a todos entenderem melhor o gráfico de tendências, que eu publicava há algum tempo nas redes sociais. É um gráfico muito sensível com a variação de crescimento dos óbitos e lembrando que só quando a curva cai verticalmente é que não há mais crescimento dos óbitos.

  • 18/05/2020

    Hoje a curva do Brasil apresentou uma ligeira melhoria em relação a ontem.

  • 19/05/2020

    Hoje a curva do Brasil está praticamente igual a de ontem. Dentre os outros países, destaque para o Japão, onde a retomada do crescimento dos óbitos perdeu força em relação à ontem.

  • 20/05/2020

    Hoje a curva do Brasil continua praticamente igual a de ontem. Dentre os outros países, novamente destaque para o Japão, onde a retomada do crescimento dos óbitos perdeu mais força ainda e voltou a apresentar queda.

  • 21/05/2020

    A curva do Brasil continua seguindo a tendência dos últimos dias

  • 22/05/2020

    A curva do Brasil apresentou uma pequena queda hoje. Japão consolidando queda brusca no número de óbitos.

  • 23/05/2020

    A curva do Brasil continua seguindo a mesma tragetória. Destaque para a Espanha que reduziu o ritmo de queda.

  • 24/05/2020

    A curva do Brasil apresenta uma ligeira melhora.

  • 25/05/2020

    A curva do Brasil apresenta uma ligeiro aumento. Destaque para a Espanha que voltou a subir.

  • 26/05/2020

    A curva do Brasil apresenta uma ligeiro aumento. Destaque para a Espanha que apresentou queda acentuada.

  • 27/05/2020

    A curva do Brasil estável em relação a ontem. Destaque para a Espanha que efetuou revisão no total de óbitos.

  • 28/05/2020

    A curva do Brasil estável em relação a ontem, continua seguindo a mesma trajetória

  • 29/05/2020

    A curva do Brasil apresenta queda na inclinação, com estabilidade breve no número de óbitos diários ponderado nos últimos dois dias. Antes que me perguntem, ainda não é o pico.

  • 29/05/2020

    A curva do Brasil apresenta queda na inclinação, com estabilidade breve no número de óbitos diários ponderado nos últimos dois dias. Antes que me perguntem, ainda não é o pico.

  • 30/05/2020

    A curva do Brasil apresenta queda na inclinação, com estabilidade breve no número de óbitos diários ponderado nos últimos três dias. Destaque para a Suécia que voltou a crescer.

  • 31/05/2020

    A curva do Brasil de novos óbitos diários começa a apresentar características mais fortes de estarmos atingindo um platô. Se tivermos uma queda nos próximos dias, temos chance de estarmos formando um pico, que espero que seja definitivo. Essa tendência também é vista no gráfico de tendências. Destaque para a Suécia que está crescendo novamente.

  • 01/06/2020

    A curva do Brasil de novos óbitos diários continua a reduzir e já começa a formar um pico. Suécia continua a crescer novamente e a Holanda dá sinais de ter voltado a subir também.

  • 02/06/2020

    A curva do Brasil de novos óbitos diários confirmando a tendência de formar um pico. Suécia continua a crescer novamente e a Holanda dá sinais de ter voltado a subir também, mas ambos países com pouca variação desde ontem.

  • 03/06/2020

    Curva do Brasil seguindo com a tendência de pico. Suécia reverte o crescimento em queda, Reino Unido e Estados Unidos mantém crescimento.

  • 04/06/2020

    Curva do Brasil reverte a tendência de baixa devido ao maior número de óbitos dos últimos 3 dias e volta ao estágio de platô com pequena tendência de crescimento. Suécia continua o processo de nova queda, Reino Unido mantém crescimento e Estados Unidos reduz crescimento e pode estar se aproximando de um platô.

  • 05/06/2020

    Curva do Brasil volta a apresentar um pico pois o número de óbitos diários amortizado voltou a cair. Suécia continua o processo de nova queda, Reino Unido mantém crescimento e Estados Unidos mantém o platô. A Itália começa a transicionar de uma queda para um platô também. Atendendo a pedidos, a França estreia no gráfico, no momento saíndo de um platô no início de um possível novo ciclo.

  • 06/06/2020

    Pico do Brasil ganha mais força com a queda se acentuando. Nenhuma alteração significativa nos demais países. Muita gente questiona que o Brasil teria uma curva única, totalmente diferente dos demais países, o que não é verdade. Pelo que eu saiba, pelo menos o Peru possui uma curva bem semelhante, por isso esse país foi incluído nos gráficos.

  • 09/06/2020

    Pico do Brasil mantém-se firme, mesmo após a terça-feira, dia da semana tradicional de elevado número de óbitos. Todos os países do gráfico estão em queda.

  • 13/06/2020

    O formato de pico se manteve, embora tenha flutuado um pouco desde a última análise, tendo assumido um platô e até um leve crescimento.

    No último gráfico, que mostra o funcionamento da atenuação matemática, podemos ver que o total de óbitos atinge o valor máximo de 1027 por dia. Embora o gráfico de barras mostre que há dias com até 1432 óbitos notificados, há muita irregularidade nos valores diários e o ajuste matemático atenua essa regularidade para mostrar a tendência geral. Lembrando que ultimamente apenas cerca de 30% dos óbitos notificados têm acontecido nas últimas 72 horas, o restante são óbitos de até 30 dias antes.

    Os mais atentos irão reparar que os valores da novas mortes diárias no gráfico de barras não apresenta os valores exatamente iguais aos apresentados no Portal COVID do Ministério da Saúde. Infelizmente há muitas inconsistências nas totalizações e na planilha com os dados desse portal e estou usando outra fonte de dados. Comparando-se os dados centralizados do ministério, das secretarias estaduais e dos voluntários que fazem totalizações independentes, é fácil encontrar diferenças com frequência. Como há irregularidades nas notificações e estamos interessados principalmente na evolução da tendência da curva, essas pequenas diferenças não alteram a percepção do cenário e podemos conviver bem com elas.

  • 14/06/2020

    Pico do Brasil mantém-se firme. Diante dos problemas de dados, resolvi também investigar essas pequenas diferenças no gráfico que mostra a atenuação, não estão alterando a tendência da curva, mas merece investigação em função das questões constantes de qualidade de dados.

  • 15/06/2020

    Pico do Brasil mantém-se e a nossa curva continua em queda se aproximando do valor mínimo anterior ao platô que começou no dia 25/05. Suécia pode estar se aproximando de uma nova queda. Faz alguns dias que tento inserir México e Peru mas infelizmente os dados desses dois países estão com problemas. São os países com curvas mais semelhantes a do Brasil.

  • 16/06/2020

    Pico do Brasil mantém-se e a nossa curva continua em queda e já ultrapassa valor minimo do platô, na curva atenuada. Continuo tentando inserir México e Peru mas infelizmente os dados desses dois países estão com problemas. India acrescentada aos gráficos.

  • 17/06/2020

    Pico do Brasil mantém-se e a nossa curva continua em queda e já ultrapassa valor minimo do platô, na curva atenuada. México e Peru ainda com problemas nos dados e ausentes no gráfico. Para quem não achou a India no. gráfico, os valores por milhão de habitante são tão baixos que só podem ser encontrados no gráfico em escala logarítmica. O país está subindo mas apresenta um número de óbitos por milhão de habitante 20 vezes menor do que o do Brasil.

  • 18/06/2020

    Pico do Brasil mantém-se e a nossa curva deu uma ligeira subida devido aos três dias de elevado número de óbitos reportados mas o pico continua. México e Peru finalmente presentes no gráfico. A India tem valores baixos de óbitos por habitante mas está subindo fortemente. Suécia ameaça voltar a subir.

  • 19/06/2020

    Pico do Brasil mantém-se e a nossa curva deu uma subida devido a sequência de dias de elevado número de óbitos reportados mas o pico continua. Suécia continua confirmando a subida.

  • 20/06/2020

    O Brasil claramente se encontra num platô desde o início do mês. Lembrando que pelas dimensões do Brasil, a curva do país é a soma de estados com realidades totalmente distintas. Tivemos o primeiro sábado com menos notificações de óbitos, espero que seja resultado de um maior esforço das autoridades em todas as esferas em processar os testes e as notificações atrasadas. Em alguns estados os dados da seção SRAG já dão algumas evidênciais parciais de que o pico de óbitos na data real está muito para trás e precisaria de um crescimento muito grande para revertê-lo no curto prazo, mas não são em todos. Nos outros países destaque para o Peru que está crescendo muito fortemente, ultrapassando a curva do Brasil. Chile incluído nos gráficos.

  • 21/06/2020

    Em função do aumento das oscilações nas notificações, a atenuação matemática agora está atuando sobre um período de 21 dias. Fica mais intuitivo observar o platô do Brasil com a atenuação maior. Como veremos a seguir, também facilitará observarmos as tendências nos estados e municípios.

    O platô do Brasil se mantém e o novo gráfico mostra claramente que o crescimento da COVID no Brasil está no interior, pois na capital e nas regiões metropolitanas no entorno das capitais já está em queda, enquanto aumenta nas demais cidades. Quanto aos demais países, o Peru continua em crescimento forte e Suécia manteve o crescimento muito baixo.

  • 22/06/2020

    O platô do Brasil já apresenta uma leve subida no gráfico 1.7, que compara com as notificações diárias. Esse crescimento ocorreu devido a presença de 4 dias com um maior número de óbitos reportados na semana passada. Crescimento nos municípios do interior continua forte, conforme mostra o gráfico 1.6. Pequena redução no crescimento do Peru.

  • 23/06/2020

    A curva do Brasil deu uma pequena elevada devido ao aumento médio das notificações diárias de óbitos. Houve crescimento nas capitais e nas regiões metropolitanas do seu entorno.

  • 24/06/2020

    A curva do Brasil continua a crescer lentamente devido ao aumento médio das notificações diárias de óbitos. No cenário internacional, o México aumenta o crescimento.

  • 25/06/2020

    Mesma tendência de ontem, com a curva do Brasil crescendo lentamente devido ao aumento médio das notificações diárias de óbitos.

  • 26/06/2020

    Mesmo com um menor número de óbitos notificados hoje, mantemos a mesma tendência de ontem, com a curva do Brasil crescendo lentamente devido ao aumento médio das notificações diárias de óbitos, com uma pequena diferença para baixo no gráfico 1.7. A curva das capitais teve uma pequena queda (gráfico 1.6)

  • 27/06/2020

    O platô do Brasil se estabilizou em valores mas a curva do gráfico 1.7 ainda mostra uma inclinação positiva. As capitais continuam a cair, as regiões metropolitanas no entorno das capitais estão com tendência de subida mas não ultrapassaram o pico do dia 05/06 mas o interior continua em franco crescimento (gráfico 1.6).

  • 28/06/2020

    O platô do Brasil continua estável e a inclinação do gráfico 1.7 está menor. Lembrando que o total de óbitos reportados hoje foi muito baixo e pode ser apenas irregularidade nas notificações. As capitais continuam a cair e pela primeira vez o interior ultrapassa o número de óbitos das capitais (gráfico 1.6).

  • 29/06/2020

    Mais um dia com poucos óbitos notificados, torcendo para não ser apenas represamento para amanhã, terça-feira fatídica. O platô do Brasil continua estável e a inclinação do gráfico 1.7 continua a reduzir. As capitais continuam a cair e o interior confirma a liderança no número de óbitos, superando os das capitais (gráfico 1.6).

  • 30/06/2020

    A terça-feira fatídica não apresentou um número excessivamente alto de óbitos notificados, o que manteve a curva do gráfico 1.7 com tendência de queda. Os óbitos das capitais acenturaram a queda e os do interior continuam a subir (gráfico 1.6). No cenário internacional, os EUA e o Peru sobem e a Suécia inicia um possível crescimento.

  • 01/07/2020

    O número de óbitos notificados hoje foi um dos menores para dias úteis nos últimos 30 dias, o que está confirmando a nova tendência de queda da curva do Brasil, vide gráfico 1.7. Os óbitos das capitais estão acentuando a queda mas os das regiões metropolitanas em torno das capitais está mantendo um patamar, embora a curva apresente uma tendência de subida. O interior mantém o mesmo ritmo de subida dos últimos dias.

  • 02/07/2020

    A curva do Brasil continua com tendência de queda, vide gráfico 1.7. Outra boa notícia é que tanto os óbitos do interior quanto os das regiões metropolitanas em torno das capitais aparenta estar chegando em um platô, enquanto que os óbitos das capitais seguem em um bom ritmo de queda.

  • 03/07/2020

    A curva do Brasil segue na tendência de queda, vide gráfico 1.7. Os óbitos do interior estão chegando a um platô e os das regiões metropolitanas em torno das capitais aparenta estar iniciando uma queda. Os óbitos das capitais permanecem em franca queda.

  • 04/07/2020

    A curva do Brasil continua na sua tendência de queda, vide gráfico 1.7. Os óbitos do interior continuam num platô e os das regiões metropolitanas em torno das capitais mantém uma ligeira queda. Os óbitos das capitais permanecem em franca queda.

  • 05/07/2020

    Domingo de poucos óbitos notificados manteve o cenário dos últimos dias, inclusive a curva do Brasil. O interior do Brasil volta a crescer (gráfico 1.6).

  • 06/07/2020

    Mais um dia com poucos óbitos notificados manteve a curva do Brasil. O interior do Brasil mantém crescimento e as regiões metropolitanas das capitais podem estar iniciando uma queda (gráfico 1.6).

  • 07/07/2020

    Terça-feira fatídica com um número de óbitos notificados ligeramente inferior ao das semanas anteriores. O interior do Brasil mantém crescimento e as regiões metropolitanas das capitais confirmam a tendência de queda (gráfico 1.6). Ligeira reducão no ritmo de queda das capitais. Curva do Brasil, ainda em queda nas duas últimas semanas, mas se aproxima de um platô.

  • 08/07/2020

    Curva do Brasil encontra-se novamente em platô, o número de óbitos diários está mais ou menos estável na marca de 1200 óbitos nos dias úteis e em torno de 600 nos finais de semana. A queda nas capitais está menor e se aproxima de um platô.

  • 09/07/2020

    Curva do Brasil encontra-se novamente em platô, com tendência de ligeira subida. As capitais voltaram a subir e hoje temos mais estados em crescimento mas poucos com elevado número de óbitos por habitante.

  • 10/07/2020

    Curva do Brasil encontra-se com tendência de ligeira subida. As capitais voltaram não subiram de ontem para hoje. O interior continua no mesmo ritmo de subida e as regiões em torno das capitais mantém a queda.

  • 11/07/2020

    Curva do Brasil encontra-se com tendência de ligeira subida, num quadro bastante semelhante ao de ontem.

  • 12/07/2020

    Curva do Brasil ainda em subida com ligeira melhoria por causa do final de semana, pequena subida nos óbitos das capitais.

  • 13/07/2020

    A planilha do Ministério da Saúde veio incompleta, análise aguardando a atualização da planilha.

  • 14/07/2020

    Mudamos a função de atenuação para uma média móvel mais simples pois notamos que mostra melhor a tendência da curva. Os gráficos 1.7 e 2.11 mostram respectivamente a atenuação no Brasil e nos estados. Com a nova função, a curva do Brasil continua subindo mas num ritmo mais lento. As capitais e regiões em torno da capital estão em queda, enquanto o interior sobe.

  • 15/07/2020

    Análise em andamento em função da atualização da base SRAG.

  • 16/07/2020

    Curva do Brasil ainda com ligeira tendência de alta (gráfico 1.7) devido sobretudo ao crescimento do interior (gráfico 1.7). O interior hoje é responsável por cerca de 46% das notificações de óbitos no Brasil.

  • 17/07/2020

    Curva do Brasil ainda com ligeira tendência de alta (gráfico 1.7) devido sobretudo ao crescimento do interior (gráfico 1.7). O interior hoje é responsável por cerca de 47% das notificações de óbitos no Brasil.

  • 18/07/2020

    Curva do Brasil sem alterações desde ontem, com as mesmas tendências para capital, entorno e interior.

  • 19/07/2020

    Curva do Brasil manteve-se sem alterações desde ontem, com as mesmas tendências para capital, entorno e interior.

  • 20/07/2020

    Curva do Brasil teve uma queda bem discreta, mantendo a tendência de leve alta, devido à segunda-feira com um número bem reduzido de óbitos notificados.

  • 21/07/2020

    Curva do Brasil teve mais uma queda bem discreta mesmo sendo terça-feira, dia com habitual número elevado de notificações de óbitos, mas ainda mantém a tendência de leve alta. Capitais continuam em queda, regiões metropolitanas em torno das capitais em platô e interior continua em alta. Hoje as notificações de óbitos do interior já são 48% do total reportado.

  • 22/07/2020

    Curva do Brasil manteve-se inalterada de ontem para hoje, com a alta se diluindo no tempo a cada dia que passa.

  • 23/07/2020

    Curva do Brasil ainda com a tendência muito leve de alta. Capitais continuando em queda, interior subindo e regiões metropolitanas no entorno das capitais em platô.

  • 24/07/2020

    Sexta-feira com menor número de notificações manteve inalterada o valor atenuado de óbitos. Curva do Brasil ainda com a tendência muito leve de alta. Capitais continuando em queda, interior subindo e regiões metropolitanas no entorno das capitais em platô.

  • 25/07/2020

    Curva do Brasil continua no mesmo estado. O crescimento do interior já faz com que 49% dos óbitos sejam de cidades que não fazem parte da região metropolitana das capitais nem as próprias capitais.

  • 26/07/2020

    Domingo com menos óbitos o que do habitual para esse dia da semana. Curva do Brasil continua no mesmo estado. A tendência de crescimento do interior e queda nas capitais continua firme.

  • 27/07/2020

    Segunda também com poucos óbitos notificados. Curva do Brasil continua no mesmo estado. O interior continua a crescer e já é responsável por 50% das notificações de óbito.

  • 28/07/2020

    Terça-feira com número de óbitos bem abaixo do habitual das últimas semanas, uma vez que os números de São Paulo não estão presentes na planilha do Ministério da Saúde. Qualquer análise da curva do Brasil sem os dados de São Paulo não irá refletir a realidade.

  • 29/07/2020

    Os óbitos de São Paulo que não foram lançados ontem acumularam para hoje. O total de ontem foi de 921 óbitos e hoje foram 1595. Fazendo a média, dá 1258 óbitos por dia, que é compatível com os valores da semana passada. O interior segue crescendo e hoje já representa 51% dos óbitos notificados.

  • 30/07/2020

    A média de óbitos dos últimos dias, mesmo com o acúmulo de óbitos de São Paulo ontem, está menor e por isso a curva do Brasil começa a dar sinais de queda. O interior segue crescendo e já se aproxima a 52% dos óbitos notificados.

  • 31/07/2020

    Curva do Brasil mantém o padrão de ligeira queda. O interior segue crescendo.

  • 02/08/2020

    Curva do Brasil continua a cair levemente. O interior segue crescendo mas a uma taxa ligeiramente menor. Capitais continuam descendo no mesmo ritmo e as regiões metropolitanas seguem em platô.

  • 03/08/2020

    Segunda-feira com menos óbitos notificados do que o habitual das semanas anteriores. Curva do Brasil mantém a queda. Diminui um pouco mais a taxa de crescimento do interior.

  • 04/08/2020

    Minas Gerais não divulgou óbitos hoje, o que fez com que o número total de hoje fosse abaixo do normal. Qualquer análise do Brasil sem os dados do estado não é completa.

  • 05/08/2020

    Os óbitos de Minas Gerais não reportados ontem acumularam para hoje. Mesmo assim, a curva do Brasil continua em queda e, pela primeira vez que o gráfico 1.6 é publicado, tanto o interior, quanto as capitais e regiões metropolitanas estão em queda.

  • 06/08/2020

    Curva do Brasil continua em queda, bem como o total de óbitos reportados no interior, capitais e regiões metropolitanas simultaneamente.

  • 07/08/2020

    Cenário do Brasil mantido. A Curva do Brasil continua em queda, também os totais do interior, capitais e regiões metropolitanas.

  • 08/08/2020

    A Curva do Brasil mantendo a queda, também diminuem os totais do interior, capitais e regiões metropolitanas.

  • 09/08/2020

    A Curva do Brasil amortizada atinge o menor valor em praticamente 60 dias. Interior e regiões metropolitanas caem no mesmo ritmo e capitais numa taxa menor.

  • 10/08/2020

    A Curva do Brasil amortizada continua em queda, ajudada pelo baixo número de notificações de óbitos nos últimos dos dias. Interior e regiões metropolitanas caem no mesmo ritmo e capitais numa taxa menor. Amanhã, terça-feira, teremos uma visão melhor com a atualização dos atrasados que usualmente ocorre neste dia da semana.

  • 11/08/2020

    A Curva do Brasil amortizada continua em queda, mesmo com o habitual acúmulo de notificações na terça-feira. Interior e regiões metropolitanas aumentam a queda e capitais continuam a cair num ritmo menor.

  • 12/08/2020

    A Curva do Brasil continua em queda. Interior agora está em platô, regiões metropolitanas em queda e capitais continuam a cair num ritmo pequeno.

  • 13/08/2020

    Curva do Brasil ainda em queda. Interior continua em platô, capitais com ligeira queda e regiões metropolitanas em queda.

  • 14/08/2020

    Curva do Brasil mantém queda. Interior e capitais entre platô e pequena redução e regiões metropolitanas com queda mais intensa.

Evolução por Estados

Nessa seção apresentamos o mapa do Brasil com a evolução da COVID nos estados e também os gráficos da evolução dos óbitos dos estados do Brasil que atingiram pelo menos 100 vítimas fatais, limitado aos 20 piores estados. As cores dos estados estão fixas agora, não vão mudar mais e os estados que não estão presentes no gráfico estão totalizados como "Demais Estados".

Gráfico 2.1

No mapa do Brasil abaixo, as cores representam o valor mais atual de óbitos por milhão de habitante por dia, quanto mais vermelho, maior o valor.

 

Gráfico 2.2

No mapa do Brasil abaixo, as cores representam a evolução da COVID nos estados nos últimos sete dias, quanto mais vermelho mais cresceu e, analogamente, quanto mais verde mais diminuiu. O valor mostrado no mapa é o variação em mortes por milhão de habitantes diárias no período.

 

Gráfico 2.3

O gráfico abaixo de tendências do número de mortes absoluto dos estados com mais de 100 mortes totalizadas, limitado aos 20 piores estados.

 

Gráfico 2.4

O gráfico abaixo de tendências do número de mortes por milhão de habitantes dos estados com mais de 100 mortes totalizadas, limitado aos 20 piores estados.

 

Gráfico 2.5

O gráfico abaixo do número de mortes por milhão de habitantes dos estados com mais de 100 mortes totalizadas em escala linear, limitado aos 20 piores estados.

 

Gráfico 2.6

O gráfico abaixo do número de novas mortes diárias por milhão de habitantes dos estados com mais de 100 mortes totalizadas em escala linear, limitado aos 20 piores estados.

 

Gráfico 2.7

O gráfico abaixo do número de novas mortes diárias por milhão de habitantes dos estados com mais de 100 mortes totalizadas em escala logaritma, limitado aos 20 piores estados.

 

Gráfico 2.8

O gráfico abaixo do número de novas mortes diárias dos estados com mais de 100 mortes totalizadas em escala linear, limitado aos 20 piores estados.

 

Gráfico 2.9

O gráfico abaixo do número de novas mortes diárias dos estados empilhadas com mais de 100 mortes totalizadas em escala linear, limitado aos 20 piores estados.

 

Gráfico 2.10

O gráfico abaixo mostra a curva do estado escolhido pelo usuário, formada a partir do somatório das cidades do estado empilhadas, onde as piores estão destacadas no gráfico. Lembrando que o Distrito Federal não está listado pois nas estatísticas do SUS apenas a cidade de Brasilia aparece.

 

Gráfico 2.11

O gráfico abaixo compara as novas notificações de óbito diárias do estado escolhido pelo usuário com o valor resultante da aplicação do filtro Savitzky-Golay, que atenua as oscilações mas preserva a tendência geral da variável por um período de 21 dias. Em praticamente todos os estados, a notificação de óbitos oscila muito pela irregularidade na conclusão dos exames e na inserção dos óbitos no sistema do SUS, tipicamente menor nos finais de semana.

 

Análise dos Estados

  • 17/05/2020

    A situação dos estados é preocupante, mas pelo menos as curvas de Amazonas, que possui o maior número de casos por habitante, está dando sinais de redução do ritmo de crescimento mais forte, bem como a Paraíba, Paraná e Ceará, esse último com uma redução de menor intensidade. São Paulo voltou a apresentar uma queda de ritmo. No momento, apenas o Paraná apresenta uma curva bem descendente no gráfico de tendências, mostrando que há redução forte no ritmo de crescimento. Praticamente o único estado que está fazendo um bom trabalho, dentre os que estão presentes no gráfico. Lembrando que a ausência de um estado no gráfico é uma excelente notícia para os seus moradores, pois o estado ainda atingiu 100 óbitos. Sei que estou devendo um gráfico só desses estados.

  • 18/05/2020

    A situação dos estados deu uma melhorada, o Amazonas, que possui o maior número de casos por habitante, está com forte redução do ritmo de crescimento. São Paulo voltou teve uma redução no ritmo de crescimento também. No momento, apenas o Paraná apresenta uma curva bem descendente no gráfico de tendências, mas aparentemente está indicando uma possível retomada. Lembrando que a ausência de um estado no gráfico é uma excelente notícia para os seus moradores, pois o estado ainda atingiu 100 óbitos. Sei que estou devendo um gráfico só desses estados.

  • 19/05/2020

    A situação dos estados hoje muito semelhante à de ontem. Nota-se uma tendência mais forte de volta do crescimento de óbitos no Paraná e um aumento no crescimento do Rio de Janeiro. Notamos também uma ligeira queda no crescimento de Minas Gerais e um pequeno aumento no crescimento de Pernambuco. Os demais estados com curvas muito semelhantes às de ontem.

  • 20/05/2020

    Paraná está confirmando um novo ciclo de crescimento, as curvas de São Paulo e Rio de Janeiro apresentam ligeira elevação e a do Amazonas uma pequena diminuição de ritmo de queda. Pará e Ceará acentuam um pouco mais a diminuição do ritmo de subida.

  • 21/05/2020

    Amazonas mantém o padrão de queda. Ceará e Minas Gerais revertem uma tendência de queda para um crescimento exponencial constante e São Paulo se estabiliza num ritmo de crescimento menor. Alagoas diminui o ritmo de crescimento. Paraná segue crescendo num novo ciclo.

  • 22/05/2020

    Amazonas reduz ligeralmente a intensidade da de queda. Ceará aumenta novamente o ritmo de crescimento. São Paulo aumenta a taxa de subida também. Santa Catarina retorna ao gráfico pelo aumento do número de mortos e Paraná continua subindo forte.

  • 22/05/2020 (2)

    Nos novos gráficos é possível ter uma visão clara da situação dos estados, em particular, no de mortes diárias por milhão de habitantes em escala linear. Amazonas alcançou o maior número de mortes diárias por milhão de habitantes mas está em queda. Tudo indica que atingiu o famoso "pico". Vamos torcer para que não haja um novo crescimento. Pará também tem um alto índice de mortes diárias mas a curva começa a se inclinar mostrando que a tendência do cenário atualmente é de melhoria. Já os estados de Pernambuco e Ceará a curva de mortes diárias está alta e a cada dia o ritmo aumenta mais. As curvas do Rio de Janeiro e Amapá também são altas e crescem com uma taxa constante, também preocupantes. A curva de São Paulo, apesar de ainda crescer, possui uma taxa bem inferior quando comparada aos estados em pior caso.

  • 23/05/2020

    Rio de Janeiro, Pernambuco e Cerá mantiveram o ritmo de crescimento mais forte dos últimos dias. Amazonas continua em queda e a curva do Pará ainda vai apontando na diminuição do ritmo de crescimento. Amapá começa a apresentar sinais de diminuição da subida. São Paulo acelera a subida e o Rio Grande do Norte começa a dar sinais de estar atingindo um platô.

  • 24/05/2020

    Amazonas vem mantendo a queda em bom ritmo e a tendência de queda que começava a se desenhar para o Pará não se confirma, voltando a crescer. Ceará e Pernambuco mantém ritmo forte de crescimento e o Rio de Janeiro apresenta pequeno decréscimo na taxa de subida. São Paulo se mantém subindo. O Distrito Federal estréia no Gráfico.

  • 25/05/2020

    Amazonas continua em queda e o Pará aumenta o ritmo de crescimento. Ceará mantém ritmo mesmo forte de crescimento, enquanto Pernambuco e Rio de Janeiro iniciam uma queda de ritmo de crescimento. Amapá apresenta grande redução com um pico muito claro no gráfico. São Paulo se mantém subindo.

  • 26/05/2020

    Amazonas continua em queda e o Pará aumenta novamente o ritmo de crescimento. Ceará ainda mantém mesmo ritmo forte de crescimento, enquanto Pernambuco e Rio de Janeiro intensificam queda de ritmo de crescimento. Amapá continua num ritmo descendente. São Paulo apresenta pequena redução. Alagoas aumenta o crescimento e Rondônia reduz a intensidade de subida. No cenário atual, apenas quatro estados preocupam: Pará, Ceará, Espírito Santo e Alagoas, dado o quadro melhor no Rio de Janeiro e Pernambuco, lembrando que Amazonas já está melhor faz algum tempo.

  • 27/05/2020

    Amazonas continua confirmando a queda e o Pará mantém o ritmo de crescimento. Ceará e Espirito Santo mantêm o mesmo ritmo forte de crescimento. Pernambuco continua com queda de ritmo de crescimento. Rio de Janeiro apresenta ligeiro aumento no ritmo e Amapá continua num ritmo descendente. São Paulo apresenta ligeira queda no ritmo. Alagoas e Sergipe aumentam o crescimento.

  • 28/05/2020

    Amazonas continua em queda, mas com diminuição do ritmo, e pode estar chegando a um platô. Boa redução no Pará, embora a curva ainda aponte um ritmo elevado de crescimento. A diminuição da curva mesmo mantendo a tendência de subida é efeito da ponderação dos dados. Boas reduções em Pernambuco e Ceará, onde um pico inicial pode ser visto no gráfico, a ser confirmado com a evolução da curva nos próximos dias. O Rio de Janeiro voltou a aumentar o ritmo de crescimento. Ligeiro crescimento em São Paulo.

  • 29/05/2020

    Amazonas continua em queda, mas com sinais mais claros de atingir um platô pela redução mais intensa do ritmo de queda. Mais uma boa redução no Pará, provavelmente causada por revisão nos números. Quedas mais intensas em Pernambuco e Ceará, com picos mais expressivos no gráfico. O Rio de Janeiro voltou a aumentar o ritmo de crescimento mas manteve a curvatura negativa, característica de tendência de redução de ritmo. Novamente ligeiro crescimento em São Paulo.

  • 30/05/2020

    Amazonas continua em queda forte, ultrapassando o platô que dava sinais nos dias anteriores. Mais uma boa redução no Pará, que aparenta estar formando um pico. Quedas em Pernambuco e Ceará se mantém, com picos ainda mais expressivos no gráfico. O Rio de Janeiro reduz o ritmo de crescimento ligeiramente. Novamente crescimento mínimo em São Paulo. Amapá também aumenta e pode estar revertendo a queda dos últimos dias. Redução do crescimento mais forte no Rio Grande do Norte e um pouco mais discreta no Espírito Santo, Paraíba e Maranhão. Aumento no Distrito Federal.

  • 31/05/2020

    Amazonas e Pará continuam em queda forte. Quedas expressivas em Pernambuco e Ceará, com picos muito claros no gráfico. O Rio de Janeiro aproxima-se de um platô, que pode estar iniciando um pico. Espirito Santo reduz o ritmo e até apresenta um pico. Amapá consolidou a nova subida. Alagoas reduz o ritmo de crescimento. Sergipe, Bahia e Piaui com crescimento expressivo. Distrito Federal reduz o ritmo de crescimento. São Paulo continua a crescer, mas cada vez num ritmo menor e se aproxima lentamente de um pico.

  • 01/06/2020

    Quedas mais consolidadas com picos claros no Amazonas, Pará, Ceará, Pernambuco e Espirito Santo. Amapá voltou a crescer forte. Rio de Janeiro e São Paulo finalmente atingem um platô. Ainda há crescimento mais expressivo no Rio Grande do Norte, Sergipe, Bahia e Piaui. Alagoas e Distrito Federal ainda crescem mas com sinais relevantes de tendência de redução do ritmo de subida.

  • 03/06/2020

    Dados do Ceará voltaram a crescer mas há uma divergência de dados entre os publicados pela secretaria de saúde e os totalizados pelo Ministério da Saúde e entidades independentes. Rio de Janeiro mantém o pico, com menor intensidade, após o elevado número de óbitos de ontem. Amapá continua subindo e Rio Grande do Norte aumenta o ritmo expressivamente. São Paulo continua crescendo mas a uma taxa muito baixa, com valores dentro da mesma casa decimal.

  • 04/06/2020

    Ceará continua a crescer em ritmo acelerado, enquanto Amapá e Rio Grande do Norte reduzem o ritmo de subida. Piaui aumenta o crescimento também. São Paulo continua a crescer num ritmo muito baixo. Bahia também reduz crescimento e se aproxima de um platô. Rio de Janeiro consolida a queda.

  • 05/06/2020

    Ceará mantém o ritmo acelerado de crescimento, mas há uma divergência entre os dados do Ministério da Saúde e fontes independentes com os da secretária estadual. Amapá e Rio Grande do Norte reduzem o ritmo de subida. Espirito Santo e Alagoas voltam a crescer. Paraíba continua subindo. O Rio Grande do Norte inicia uma queda com um primeiro pico formado. Rio de Janeiro diminui a queda e volta a estar em platô. São Paulo mantém o ritmo lento de crescimento.

  • 06/06/2020

    Amapá começa a reduzir o crescimento e o platô do Rio de Janeiro começa a se transformar em um pico, com a presença de um princípio de queda. Fortaleza continua crescendo em ritmo elevado. São Paulo diminui o ritmo de crescimento. Sergipe apresenta queda e formação de pico. Piaui continua crescendo.

  • 09/06/2020

    Pará volta a crescer, após uma queda longa. Ceará reduz o ritmo de crescimento. Rio de Janeiro e São Paulo com picos bem definidos e com mais força de se manter. Rondônia e Espírito Santo agora crescem bastante. Alagoas continua a crescer, mas com um ritmo menor. Pernambuco acentua a queda. Rio Grande do Norte cai bastante, com um pico bem claro. Maranhão torna a subir.

  • 13/06/2020

    Havia dados errados na base do Brasil.IO em torno do dia 5/6 para o Pará, o que alterou a curva do gráfico. Estou usando uma terceira fonte de dados. Fiz um processo de validação mais longo hoje e espero que esteja tudo ok agora. Dos estados em pior situação, apenas Amazonas voltou a crescer. Pernambuco pode estar iniciando um processo de retomada do crescimento, mas inda está num platô. Sergipe apresenta a maior taxa de crescimento do gráfico. Rondônia continua a crescer porém com redução de ritmo e pode se aproximar de um platô. Maranhão, Paraíba, Piaui e Distrito Federal também crescem. São Paulo está num platô e pode estar se aproximando de uma queda. Os estados fora do gráfico estão totalizados como "Demais Estados" que possuem um crescimento moderado.

    Há dois novos gráficos sobre estados, um é o de novos óbitos diários absolutos e o outro é o mesmo gráfico só que "empilhado" onde os valores dos estados se somam e totalizam a curva do Brasil. Com isso conseguimos ver a contribuição de cada estado para o total do Brasil em valores absolutos, bem como analisar se o peso daquele estado está aumentando ou diminuíndo no cômputo geral. Podemos ver com mais detalhe o momento atual, de queda no número de óbitos diários por data de notificação.

  • 14/06/2020

    Como a fonte de dados nova apresentou problemas nos estados, vou validar com calma os estados novamente. A princípio, o cenário está semelhante ao de ontem, com as seguintes diferenças. Acentuação da queda no Pará e do crescimento no Amazonas. Rondônia formou um pico. Maranhão reduz a queda e Rio Grande do Norte começa a descer. Distrito Federal e Piaui acentuam o crescimento.

  • 15/06/2020

    Novo crescimento do Amapá se caracteriza melhor e Rondônia vai consolidando a queda. Sergipe mantém crescimento forte. Paraíba e Maranhão iniciam a formação de um novo pico. Situação com poucas alterações nos demais estados.

  • 16/06/2020

    Poucas alterações nos cenários dos estados hoje, mesmo após a fatídica terça-feira, que usualmente acumula as notificações do final de semana anterior. Todos os estados seguem as mesmas tendências de ontem. São Paulo aumenta um pouco mas é efeito da irregularidade nas notificações que é maior nesse estado, o mesmo ocorre no município também. Os "Demais Estados" apresentaram queda.

  • 18/06/2020

    Três dias de óbitos mais altos alteraram o cenário dos estados. A curva do Rio de Janeiro reverte uma queda e inicia uma tendência de suvida leve. São Paulo também a curva da sinais um pouco maiores de subida. Amazonas e Pernambuco consolidam tendência de queda. Amapá volta a cair e Alagoas torna a subir. Rio Grande do Norte acelera um pouco o crescimento.

  • 19/06/2020

    Sequência de números de óbitos mais altos alteraram o cenário dos estados. Rio de Janeiro e São Paulo confirmam nova subida. Amazonas e Pernambuco contiuam em queda. Alagoas agora encontra-se estável. Rio Grande do Norte acelera ainda mais o crescimento. Distrito Federal mantém o ritmo de subida. Espirito Santo tem nova subida forte.

  • 20/06/2020

    Os óbitos notificados hoje, sábado, apresentaram um volume quase igual a dia útil, sem as quedas de volume presentes nas semanas anteriores. Rio de Janeiro e São Paulo continuam em subida. Amazonas e Pernambuco acentuam o ritmo de queda. Alagoas continua estável. Rio Grande do Norte mantém o crescimento. Distrito Federal reduz o ritmo de subida. Espirito Santo tem mantém subida forte.

  • 21/06/2020

    Em função do aumento das oscilações nas notificações, a atenuação matemática agora está atuando sobre um período de 21 dias. Fica mais intuitivo observar o platô do Brasil com a atenuação maior. Como veremos a seguir, também facilitará observarmos as tendências nos estados e municípios.

    Mesmas tendências da véspera, apenas o Rio de Janeiro reduziu o crescimento devido ao reduzido número de notificações de hoje de mais significativo, Espirito Santo reduz ritmo de subida.

  • 22/06/2020

    São Paulo e Rio mantém a mesma tendência de subida. Amazonas e Pernambuo acentuam a queda e Espirito Santo diminui um pouco o ritmo de crescimento. Sergipe, Mato Grosso, Distrito Federal continuam subindo.

  • 23/06/2020

    São Paulo e Rio de Janeiro continuam subindo, bem como Espirito Santo, Sergipe, Mato Grosso, Rio Grande do Norte. Alagoas e Rondônia confirmando a queda. Olhando-se alguns estados no detalhe no gráfico 2.10, notamos que o crescimento de São Paulo e Espirito Santo é maior no interior do que nas maiores cidades. No Rio de Janeiro, o problema é na capital mesmo.

  • 24/06/2020

    Rio de Janeiro, São Paulo Espirito Santo, Sergipe, Mato Grosso e Rio Grande do Norte continuam subindo, mas São Paulo e Sergipe com pequena redução do ritmo, mas Espirito Santo e Rio Grande do Norte aumentam o passo. Para entender com mais detalhe o compartamento do seu estado, recomendamos acessar os gráfico 2.10 e 2.11.

  • 25/06/2020

    São Paulo continua a crescer, devido ao crescimento no interior (vide gráfico 2.10), enquanto o Rio de Janeiro reduz o ritmo da nova subida. Espirito Santo, Sergipe, Mato Grosso e Rio Grande do Norte continuam a crescer forte. Distrito Federal reduz um pouco o ritmo de subida. Rondônia aumenta ligeiramente o crescimento. Piaui aparenta estar se aproximando de um pico.

  • 26/06/2020

    Redução do crescimento no Rio de Janeiro, São Paulo, Amazonas e Espírito Santo. Pernambuco acentua a queda.

  • 27/06/2020

    O movimento de redução do crescimento no Rio de Janeiro e São Paulo continua. Espirito Santo reduz bem o ritmo de crescimento e Rondônia inicia uma queda. Pernambuco pode estar iniciando nova subida.

  • 28/06/2020

    O número reduzido de notificações hoje colocou o Rio de Janeiro em queda. São Paulo e Espirito Santo evoluiram para platô. Mesmo assim Pernambuco está confirmando nova subida. Rio Grande do Norte e Mato Grosso continuam em subida forte. Distrito Federal confirmando o pico.

  • 29/06/2020

    O número reduzido de notificações de ontem e hoje acentuou a queda do Rio de Janeiro e colocou São Paulo e Espirito Santo em queda. Pernambuco está confirmando nova subida. Rio Grande do Norte, Sergipe e Mato Grosso continuam em subida forte. Distrito Federal confirmando o pico. Pará volta a subir.

  • 30/06/2020

    Rio de Janeiro e São Paulo confirmam nova queda, Rio Grande do Norte e Pernambuco apresentam subida forte e Sergipe mantém o ritmo de crescimento. Distrito Federal consolida pico e está em queda.

  • 01/07/2020

    Rio de Janeiro e São Paulo acentuam a nova queda, Rio Grande do Norte e Pernambuco continuam na subida forte e Sergipe mantém o ritmo de crescimento. Mato Grosso mantém o ritmo de subida. Distrito Federal mantém a queda.

  • 02/07/2020

    Rio de Janeiro e São Paulo continuam em bom ritmo de queda, Rio Grande do Norte e Pernambuco continuam na subida forte e Sergipe mantém o ritmo de crescimento. Mato Grosso mantém o ritmo de subida. Distrito Federal mantém a queda. Amazonas e Pará reduzem a queda e podem estar iniciando nova subida.

  • 03/07/2020

    Rio de Janeiro e São Paulo continuam a queda, Rio Grande do Norte e Pernambuco mantém a subida forte. Sergipe, Paraíba e Mato Grosso mantém o ritmo de subida. Distrito Federal mantém a queda. Amazonas reinicia a subida.

  • 04/07/2020

    Rio Grande do Norte, Sergipe e Mato Grosso mantém ritmo forte de crescimento. Paraíba também cresce forte mas com menor número de óbitos por habitante. Pernambuco e Piaui também crescem mas num ritmo menor. Amazonas confirma novo crescimento. Goiás e Rio Grande do Sul começando a ter crescimentos mais significativos. Rio de Janeiro e São Paulo continuam em queda.

  • 05/07/2020

    Pouca alteração em relação a ontem. Pernambuco reduz bastante a subida, se aproximando de um platô. Amazonas mantendo a nova subida. Ceará inicia nova subida. Demais estados seguem a mesma tendência de ontem.

  • 06/07/2020

    Cenário com poucas alterações. Pernambuco reverte a subida e está novamente descendo. Amazonas mantém nova subida. Ceará permanece em platô. Rio Grande do Norte reduz um pouco ritmo de subida. Goiás acentua a subida.

  • 07/07/2020

    Sergipe e Rio Grande do Norte apresentam os primeiros sinais mais fortes de redução de ritmo de crescimento. Mato Grosso mantém a taxa elevada de subida. Ceará iniciando nova subida e Amazonas continua subindo novamente. São Paulo ainda em queda mas com menor inclinação. Piaui e Distrito Federal no mesmo ritmo de subida.

  • 08/07/2020

    Sergipe e Rio Grande do Norte mantém a redução de ritmo de crescimento. Mato Grosso continua com a taxa elevada de subida. Ceará confirmando nova subida e Amazonas reduz um pouco o ritmo da nova subida. São Paulo ainda em queda mas com menor inclinação. Distrito Federal e Goiás aumentam ritmo de crescimento.

  • 09/07/2020

    Mato Grosso, Distrito Federal e Piaui em ritmo forte de subida e com um número mais elevados de óbitos diários por milhão de habitantes. Ceará voltou a crescer na mesma faixa de óbitos diários. Alagoas e Goiás também crescem. Rio de Janeiro mantém queda e São Paulo volta ao platô. Sergipe em platô e Rio Grande do Norte confirmando a nova descida.

  • 10/07/2020

    Mato Grosso, Distrito Federal e Piaui continuam em ritmo forte de subida. Ceará e Goiás mantêm o crescimento. Alagoas reduz o ritmo de subida e Goiás também cresce. Rio de Janeiro continua em queda mas num ritmo menor. São Paulo apresenta leve subida. Sergipe começa a descer e Rio Grande do Norte em forte queda.

  • 11/07/2020

    Mato Grosso, Distrito Federal continuam em ritmo forte de subida. Piaui e Alagoas reduzem o ritmo de crescimento. Amazonas reverte a subida e está novamente em queda. Pará reduz o ritmo de queda. Rio Grande do Norte continua em forte queda. Demais estados seguem o cenário de ontem.

  • 12/07/2020

    Sergipe reduz um pouco a queda, Rio de Janeiro com pequena queda, São Paulo com ligeiro aumento e Amazonas acelera a queda. Brasilia continua subindo muito forte. Mato Grosso reduz a subida ligeiramente, que também continua num ritmo elevado.

  • 13/07/2020

    A planilha do Ministério da Saúde veio incompleta, análise aguardando a atualização da planilha.

  • 14/07/2020

    Com a nova função de atenuação, a tendência dos estados está mais clara. Mato Grosso e Distrito Federal sobem num ritmo muito forte e Sergipe reduz o ritmo de crescimento. Piaui, Goiás, Paraná, Bahia, Minas Gerais e Rio Grande do Sul também sobem. São Paulo, Ceará e Paraíba estão num platô. Os demais estados em queda.

  • 15/07/2020

    Análise em andamento em função da atualização da base SRAG.

  • 16/07/2020

    Distrito Federal e Mato Grosso continuam crescendo forte e com um elevado número de óbitos notificados por dia. Ceará está reduzindo a intensidade do crescimento, pode estar indo na direção de um platô, mas os óbitos notificados diariamente também é bem alto. Piaui e Paraíba também vem reduzindo o ritmo de crescimento e se encontram num patamar inferior de óbitos notificados por dia. São Paulo no eterno platô, agora com ligeira tendência de subída. Rio de Janeiro mantém ritmo de queda. Goiás, Paraná e Rio Grande do Sul também crescem mas com taxas mais baixas e num patamar ainda menor de novos óbitos notificados diariamente.

  • 17/07/2020

    Distrito Federal e Mato Grosso continuam crescendo forte e com um elevado número de óbitos notificados por dia. Ceará encontra-se num platô, mas os óbitos notificados diariamente também são bem altos. Paraíba também vem reduzindo o ritmo de crescimento e se encontram num patamar inferior de óbitos notificados por dia. O Piauí encontra-se num platô também. São Paulo aumenta tendência de subída. Rio de Janeiro mantém ritmo de queda. Goiás, Paraná e Rio Grande do Sul também crescem mas com taxas mais baixas e num patamar ainda menor de novos óbitos notificados diariamente.

  • 18/07/2020

    Distrito Federal e Mato Grosso continuam crescendo forte e com um elevado número de óbitos notificados por dia. Sergipe começa a cair. Paraíba mantém o ritmo de crescimento e se encontram num patamar inferior de óbitos notificados por dia. O Piauí encontra-se num platô com pequena tendência de subida. São Paulo mantém tendência de subída. Rio de Janeiro mantém ritmo de queda. Goiás, Paraná e Rio Grande do Sul também crescem mas com taxas mais baixas e num patamar ainda menor de novos óbitos notificados diariamente.

  • 19/07/2020

    Pequenas alterações hoje. Sergipe e Alagoas acentuam a queda, Piauí vence o platê e começa a cair. Goiás diminui o ritmo de crescimento. Demais estados repetem o quadro de ontem.

  • 20/07/2020

    Pequenas alterações também hoje. Sergipe e Alagoas continuam acentuam a queda, Piauí acentua a queda. Paraíba com um aumento discreto na taxa de crescimento. Demais estados repetem o quadro de ontem.

  • 21/07/2020

    Distrito Federal e Mato Grosso ainda com forte crescimento mas ambos tiveram uma pequena redução do ritmo. Sergipe e Alagoas aumentam o ritmo de queda e a Paraiba tem um ligeiro aumento no crescimento. Minas Gerais também reduz um pouco o ritmo de crescimento. Demais estados seguem as tendências dos dias anteriores.

  • 22/07/2020

    Mato Grosso dá uma pequena acelerada no ritmo de crescimento e o Distrito Federal reduz bastante a taxa de subida. Pernambuco vai consolidando nova queda. Ceará aumenta levemente o ritmo de descida. São Paulo mantém o mesmo patamar e Rio de Janeiro segue descendo.

  • 23/07/2020

    Mato Grosso apresenta pequena oscilação mas mantém a tendência de crescimento. Distrito Federal atinge um platô. Espirito Santo interrompe a queda e também está num platô. Minas Gerais reduz levemente o ritmo de subida. São Paulo mantém o mesmo patamar e Rio de Janeiro segue descendo.

  • 24/07/2020

    Mato Grosso com boa redução na taxa de crescimento. Brasilia inicia queda. Crescimento maior nos "Demais Estados". Condição praticalmente inalterada no restante dos estados.

  • 25/07/2020

    Mato Grosso continua a reduzir taxa de crescimento e Alagoas e Distrito Federal acentuam a queda. Crescimento ainda maior nos "Demais Estados". Condição praticalmente inalterada no restante dos estados.

  • 26/07/2020

    Mato Grosso reduzir ainda mais a taxa de crescimento, se aproxima de um platô. Alagoas e Distrito Federal continuam em queda. Crescimento continua em alta nos "Demais Estados". Redução no crescimento de São Paulo e na Paraíba.

  • 27/07/2020

    Mato Grosso, Sergipe e Distrito Fedral encontram-se em platôs. Crescimento continua em alta nos "Demais Estados". Paraiba reduz ainda mais o crescimento e São Paulo pode estar se aproximando de um platô também.

  • 28/07/2020

    Mato Grosso, Sergipe e Distrito Fedral encontram-se em platôs. Sergipe no gráfico aparenta subir, mas aparentemente é efeito da atenuação. Brasilia pode estar iniciando uma subida devido ao elevado número de óbitos reportados hoje. Paraiba atinge um platô. São Paulo mostra queda mas deve-se ao fato de não ter havido atualização nos dados do estado hoje.

  • 29/07/2020

    Mato Grosso começa a cair, Sergipe pode estar iniciando uma nova subida e Brasilia voltou a subir de forma consistente. Rio de Janeiro volta a crescer levemente também. São Paulo segue em leve queda.

  • 30/07/2020

    Mato Grosso mantém a tendência de queda, Sergipe confirma nova subida e Brasilia continua a crescer. Crescimento do Rio de Janeiro enfraqueceu e pode estar chegando a um platô. São Paulo mantém tendência de queda.

  • 31/07/2020

    Mato Grosso mantém a tendência de queda, Sergipe e Brasília mantêm nova subida. Crescimento do Rio de Janeiro venceu o platô. São Paulo mantém tendência de queda.

  • 02/08/2020

    Mato Grosso mantém a queda, Sergipe oscilando muito aparentemente encontra-se em um pico e Brasilia aumentou o ritmo de crescimento. Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais subindo. Bahia em platô e São Paulo segue caindo.

  • 03/08/2020

    Mato Grosso em platô, com muita oscilação. Sergipe, também oscilando, agora cai. Brasilia segue crescendo. Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais continuam a subir. Bahia agora com leve subida e São Paulo segue caindo. O baixo número de óbitos reportados nos últimos dias no Rio de Janeiro, pode indicar um início de reversão, que ainda não está refletido no gráfico 2.6, mas pode ser visto no gráfico 2.11.

  • 04/08/2020

    Mato Grosso continua em platô, com muita oscilação. Sergipe, também oscilando, está caindo. Brasilia segue crescendo, mas num ritmo menor. O ritmo de crescimento do Rio de Janeiro deu uma ligeira reduzida. Goiás, Rio Grande do Sul e Paraná seguem no mesmo ritmo de crescimento. São Paulo continua em queda. O baixo número de óbitos reportados nos últimos dias no Rio de Janeiro, pode indicar um início de reversão, que ainda não está totalmente refletido no gráfico 2.6, mas pode ser visto no gráfico 2.11.

  • 05/08/2020

    Mato Grosso mantém o platô, com muita oscilação. Sergipe, também oscilando, está caindo. Brasilia e Rio de Janeiro voltam a ficar em platô. Goiás, Rio Grande do Sul e Paraná seguem no mesmo ritmo de crescimento. São Paulo continua em queda.

  • 06/08/2020

    Mato Grosso, Brasilia e Rio de Janeiro continuam em platô. Sergipe agora cai de forma consistente. Rio Grande do Norte volta a subir. Goiás, Rio Grande do Sul, Bahia e Paraná seguem no mesmo ritmo de crescimento. São Paulo continua em queda.

  • 07/08/2020

    Mato Grosso, Brasilia e Rio de Janeiro voltam a cair. Sergipe continua a cair consistente. Rio Grande do Norte continua a subir. Goiás, Paraná e Minas Gerais diminuem o ritmo de crescimento. Rio Grande do Sul e Bahia seguem no mesmo ritmo de crescimento. São Paulo continua em queda.

  • 08/08/2020

    Mato Grosso, Sergipe, Brasilia, São Paulo e Rio de Janeiro continuam a cair. Rio Grande do Norte continua a subir, mas a uma taxa menor. Goiás, Paraná, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Bahia seguem no mesmo ritmo de crescimento. Os "demais estados" estão com ritmo menor de crescimento.

  • 09/08/2020

    Goiás chega a um platô pela primeira vez. Queda grande em Sergipe. Rio Grande do Norte, Rio Grande do Norte e Alagoas sobem no mesmo ritmo. Paraná e "Demais estados" diminuram a taxa de crescimento. Rio de Janeiro e São Paulo continuam em queda. Amazonas reverte a queda para um platô.

  • 10/08/2020

    Goiás mantém o platô. Queda em Sergipe continua. Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Rio Grande do Norte continuam a subir. Paraná mantém a menor taxa de crescimento. Rio de Janeiro e São Paulo continuam em queda. Amazonas volta a subir. Demais estados em queda pela primeira vez.

  • 11/08/2020

    Rio Grande do Sul aumenta o ritmo de crescimento e o Rio Grande do Norte diminui a sua subida. Amazonas aumenta o ritmo da nova subida. Paraná reduz o ritmo de crescimento. Minas Gerais e Santa Catarina continuam a crescer. São Paulo volta a se aproximar de um novo platô. Goiás mantendo o seu platô. Rio de Janeiro e "Demais estados" em queda.

  • 12/08/2020

    Distrito Federal volta a crescer. Goiás e São Paulo mantém o platô. Amazonas mantém subida. Santa Catarina e Rio Grande do Sul continuam a subir, Paraná também mas numa taxa bem baixa.

  • 13/08/2020

    Distrito Federal cresce mais um pouco. Goiás e São Paulo mantém o platô. Amazonas mantém subida. Santa Catarina e Rio Grande do Sul continuam a subir, Paraná também mas numa taxa bem baixa.

  • 14/08/2020

    Distrito Federal aumenta o ritmo de crescimento. Santa Catarina continua a crescer no mesmo ritmo. Goias mantendo platô e São Paulo em ligeira subida. Amazonas aumenta o ritmo de crescimento. Rio Grande do Sul diminui taxa de subida. Paraná mantém crescimento numa taxa baixa, próxima de um platô.

    A subida de São Paulo ocorre devido a mudança de metodologia de confirmação de óbitos, que agora também considera exames de imagem embasados por parecer médico.

Evolução por Municípios

Essa seção apresenta gráficos dos 15 municípios com maior incidência de óbitos pela COVID dentre os que possuem mais de 200 mil habitantes. Esse corte no tamanho da população visa focar nos casos mais relevantes no cenário nacional, eliminando os casos de municípios com população reduzida com um número de óbitos pequeno em termos absolutos, mas elevado quando comparado ao tamanho total da população. Temos o gráfico de óbitos absolutos e também de óbitos por milhão de habitantes, proporcional à população.

Gráfico 3.1

O gráfico abaixo de tendências do número de mortes absoluto dos 15 municípios com maior número de óbitos registrados.

 

Gráfico 3.2

O gráfico abaixo de tendências do número de mortes por milhão de habitantes dos 15 municípios com maior número de óbitos registrados.

 

Gráfico 3.3

O gráfico abaixo do número de mortes por milhão de habitantes dos 15 municípios com maior número de óbitos registrados em escala linear.

 

Gráfico 3.4

O gráfico abaixo do número de novas mortes diárias por milhão de habitantes dos 15 municípios com maior número de óbitos registrados em escala linear.

 

Gráfico 3.5

O gráfico abaixo do número de novas mortes diárias por milhão de habitantes dos 15 municípios com maior número de óbitos registrados em escala logaritma.

 

Gráfico 3.6

O gráfico abaixo do número de novas mortes diárias dos 15 municípios com maior número de óbitos registrados em escala linear.

 

Gráfico 3.7

O gráfico abaixo mostra a curva óbitos diários por milhão de habitantes das piores cidades do estado escolhido pelo usuário. Lembrando que o Distrito Federal não está listado pois nas estatísticas do SUS apenas a cidade de Brasilia aparece.

 

Análise dos Municipios

  • 17/05/2020

    Comecei agora a olhar os municípios, no momento apenas os 10 piores em números absolutos de óbitos. Belém é a cidade com o maior número de mortes proporcional e também com a pior curva de crescimento. Recife também possui uma curva bem acentuada. Há melhoria em Fortaleza, Manaus, Osasco, enquanto que Rio de Janeiro e São Paulo apresentam uma ligeira queda no crescimento. É interessante notar que São Paulo já não lidera o número de mortes proporcionais à população, sendo ultrapassada por várias cidades, inclusive Osasco, que faz parte da Grande São Paulo. É interessante notar que todas as 10 piores cidades apresentam um comportamento de crescimento muito semelhante.

  • 18/05/2020

    Nos 10 municipios com o pior índice de óbitos, Belém é a cidade com o maior número de mortes proporcional e também com a pior curva de crescimento. Recife também possui uma curva bem acentuada e o crescimento aumentou. Há melhoria em São Paulo e Osasco. Fortaleza também apresentou uma curva menos íngreme.

  • 19/05/2020

    Belém finalmente começa a diminuir o ritmo de crescimento, enquanto que São Luiz e Osasco começam a dar sinais mais fortes de queda do crescimento exponencial. Rio de Janeiro e Fortaleza aceleram ligeiramente o crescimento.

  • 20/05/2020

    Belém continua a diminuir o ritmo de crescimento. Fortaleza e São Luiz também apresentam sinais mais fortes de queda do ritmo. Manaus aparenta estar retomando o crescimento e São Paulo apresenta ligeira subida. Rio de Janeiro mantém o mesmo ritmo de subida.

  • 21/05/2020

    A planilha do Ministério da Saúde veio com erro nas informações dos municípios mas aparentemente conseguimos juntar com os dados de ontem para produzir um resultado. Fortaleza reverteu a queda e voltou a crescer e Manaus intesificou o ritmo de subida. A descida de Belém tornou-se um platô. A intensidade da queda de Osasco diminuiu. São Paulo que estava numa leve queda agora está também está num platô.

  • 22/05/2020

    A planilha do Ministério da Saúde continua com erro, mas estamos conseguindo extrair as informações mesmo assim. Queda no crescimento em Manaus e em Osasco também, mas com menos intensidade. Aumento do ritmo de crescimento em Fortaleza, São Paulo e Recife, esse último sendo mais discreto.

  • 22/05/2020 (2)

    Para os municípios, os novos gráficos permitem análises semelhantes às dos estados, também destacando o de mortes diárias por milhão de habitantes em escala linear. Belém alcançou o índice mais alto de óbitos diários por milhão de habitante, mas atingiu um pico e agora está em queda. Manaus está com um número estável de mortes diárias, após apresentar um crescimento forte. Fortaleza conseguiu estabilizar por um momento as mortes diárias mas voltou a crescer. Recife está crescendo a uma taxa muito alta e essa taxa diária vem aumentando também, o que é um cenário bastante ruim. O Rio de Janeiro possui uma evolução constante no aumento de mortes diárias, por sua vez. Osasco e São Luiz atingiram um pico e hoje já reduzem as suas mortes diárias. Tal qual o estado, a cidade de São Paulo ainda cresce, mas num ritmo bem menor do que as cidades em pior situação.

  • 23/05/2020

    Belém mantém a trajetória de queda e Fortaleza reduz um pouco o ritmo de crecimento. São Luiz e Osasco mantém a trajetória de queda, com uma pequena redução do ritmo de queda da cidade paulista. Manaus reduz ligeramente o crescimento consolidando um pouco mais o platô onde se encontra. Rio de Janeiro mantém o mesmo ritmo de crescimento e São Paulo acelera um pouco o ritmo.

  • 24/05/2020

    Belém reduz a queda e Fortaleza reduz também o ritmo de crecimento. Osasco mantém a trajetória de queda em um bom ritmo. Manaus reduz o ritmo, começando a mostrar sinais de um possível pico. Rio de Janeiro reduz um pouco o ritmo de crescimento e São Paulo continua a aumentar o ritmo de subida.

  • 25/05/2020

    Belém volta a crescer forte e Fortaleza também aumenta o ritmo de crecimento. Recife e Rio de Janeiro iniciam um processo de queda. A trajetória descendente de Manaus vem se consolidando mais ainda e Osasco volta a crescer. São Paulo continua a aumentar o ritmo lento de subida.

  • 26/05/2020

    Belém e Fortaleza aumentam ainda mais o ritmo de crescimento. Recife e Rio de Janeiro acentuam o processo de queda. A trajetória descendente de Manaus vem se consolidando mais ainda e Osasco intensifica o crescimento. São Paulo apresenta pequena redução do ritmo de crescimento.

  • 27/05/2020

    Belém reduz o crescimento mas continua apresentando tendência geral de subida. Fortaleza mantém o ritmo de crescimento. Recife está estável, com os mesmos valores de ontem, mas o gráfico continua mostrando tendência de queda. Rio de Janeiro acentua o processo de queda. A trajetória descendente de Manaus continua se consolidando mais ainda e Osasco continua com a tendência de crescimento. São Paulo reduz ligeiramente ritmo de subida.

  • 28/05/2020

    Belém reduz muito o crescimento e pode estar se aproximando de um platô, a confirmar nos próximos dias. Fortaleza, Recife e Rio de Janeiro em ritmo forte de queda. Osaco apresenta pequena redução no crescimento, enquanto que Manuas e São Luiz continuam a trajetória firme de queda. São Paulo aumenta minimamente o ritmo de subida e Salvador cresce numa velocidade maior.

  • 29/05/2020

    Cenário muito positivo na grande maioria das cidades presentes no gráfico. Picos bem desenhados em Belém, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Manaus e São Luiz. Jaboatão apresentando o início de um possível pico. Boa redução do ritmo em Osaco e, novamente, aumento mínimo em São Paulo. Crescimento mais forte apenas em Salvador.

  • 30/05/2020

    Em funcão dos constantes erros na planilha do Ministério da Saúde acabei adotando uma outra fonte de dados. Fazendo um batimento da planilha do Ministério da Saúde com dados de alguns municípios, a nova fonte de dados (data.brasil.io) me pareceu mais próxima a dos municípios após a planilha do ministério começar a apresentar problemas. Os gráficos estão atualizados mas ainda estão sendo revistos por mim. Achei preferível colocar a informação com esse aviso à não publicar nenhuma informação. No cenário da nova fonte de dados, há diferenças nas tendências apenas para Osasco e Jaboatão, que agora apresentam um cenário mais otimista. Quase todas as cidades do gráfico, as em pior situação no país, estão em queda ou atingiram um pico, exceto São Paulo, que continua com um crescimento lento e gradual, e Salvador, a única com uma curva mais íngreme.

  • 31/05/2020

    Situação muito positiva na maiora das cidades dos gráficos que apresentam picos muito claros. Tal qual o estado, São Paulo continua a crescer, mas cada vez num ritmo menor e se aproxima lentamente de um pico. Salvador é a única cidade com crescimento acentuado.

  • 01/06/2020

    Apenas Salvador mantém crescimento no gráfico. São Paulo finalmente atinge um platô. Todas as demais cidades do gráfico já atingiram um pico.

  • 03/06/2020

    Fortaleza volta a crescer, mas que nem no estado do Ceará, há divergência nos dados reportados. Salvador reduz o ritmo de crescimento e São Paulo ainda cresce mas a um ritmo menor. Demais cidades todas em queda após pico.

  • 04/06/2020

    Fortaleza acelera crescimento e São Paulo finalmente atinge um platô na ponderação dos últimos 5 dias. Demais municípios do gráfico em queda, inclusive Salvador.

  • 05/06/2020

    Fortaleza continua em crescimento acelerado. São Paulo finalmente apresenta um pico claro no gráfico. Rio de Janeiro apresenta novo crescimento. Demais cidades mantém queda com picos bem claros.

  • 06/06/2020

    Fortaleza continua em crescimento. O pico de São Paulo fica mais forte com o aumento da queda. Rio de Janeiro continua em crescimento, mas num ritmo baixo. São Luiz pode estar chegando a um platô inferior e estar iniciando uma nova subida. Demais cidades mantém queda com picos bem claros.

  • 09/06/2020

    Belém volta a crescer forte e São Luiz também. Todas as outras cidades em queda com picos bem sólidos.

  • 13/06/2020

    Estamos usando uma nova fonte de dados para os municípios QUE APRESENTOU PROBLEMAS. Incluímos novas cidades na cobertura dos gráficos, que agora contam com 15 cidades. Belém, Recife, São Luiz e Manaus voltam a crescer. Salvador está oscilando em torno de um platô nos últimos dias, agora com tendência de subida. Brasília também voltou a crescer moderadamente. Queda grande no Rio de Janeiro. São Paulo volta crescer.

  • 14/06/2020

    A nova fonte estava com erro em algumas cidades, a que mais apresentou alteração foi São Paulo, que ontem parecia estar em queda mas voltou a crescer, com os dados corretos. Belém apresenta uma nova queda, com um segundo pico formado. Salvador cresce um pouco. Recife aumenta o crescimento.

  • 15/06/2020

    Queda forte em Belém e Recife mantém o crescimento. A curva de São Paulo, pela função de atenuação mostra uma leve subida, mas olhando os dados de notificação sem tratamento a variação é tão grande entre dias de semana, com valores entre 120 e 160, em finais de semana com valores entre 17 e 29, uma variação imensa em torno de 80%, que está gerando instabilidade na função de atenuação. Visualmente, olhando os dados brutos de notificação diária, é algo próximo a um platô nas últimas 3 semanas. Demais cidades com poucas alterações.

  • 16/06/2020

    Cenário muito semelhante ao dos estados, pouquíssimas alterações nas cidades, que seguem a mesma tendência de ontem. A oscilação de São Paulo continua gigantesca. Com a suavização atual, que leva em conta os últimos 15 dias, apresenta subida. Se fizermos a suavização da curva com base nos últimos 21 dias, apresenta queda. As demais cidades não apresentam grandes variação com a mudança do período de suavização.

  • 17/06/2020

    Cenário com estabilidade. Pequena redução no ritmo de descida no Rio de Janeiro, também ligeira queda na subida de Recife. Queda um pouco maior em Guarulhos e Salvador. São Paulo continua com oscilações por causa da notificações muito irregulares mas aparentemente mantém o mesmo nível do platô desde o início do mês.

  • 18/06/2020

    Tal qual os estados, Rio de Janeiro e São Paulo apresentam tendência de subida. Recife e Manaus revertem subida e caem. Salvador acentua descida. Fortaleza pode estar iniciando um ciclo de subida.

  • 19/06/2020

    Rio de Janeiro sobe forte e São Paulo aumenta um pouco e supera o platô longo que se formou no início do mês. Osasco, São Luiz e Brasila apresentam crescimento forte. Recife com queda acentuada e Fortaleza reverte possível subida e segue em queda.

  • 20/06/2020

    Rio de Janeiro e São Paulo mantêm o ritmo de crescimento de ontem. Osasco ascelera o ritmo, São Luiz mantém o ritmo e Brasila reduz um pouco a subida. Guarulhos reduz o ritmo de descida. Recife com queda ainda mais acentuada e Fortaleza confirma a tendência de queda.

  • 21/06/2020

    Em função do aumento das oscilações nas notificações, a atenuação matemática agora está atuando sobre um período de 21 dias. Fica mais intuitivo observar o platô do Brasil com a atenuação maior. Como veremos a seguir, também facilitará observarmos as tendências nos estados e municípios.

    Cenário estável, destacando que o Rio de Janeiro reduziu o crescimento devido ao reduzido número de notificações de hoje de mais significativo, pequena redução em Duque de Caxias e em Osasco. Maceió reverte subida e agora cai.

  • 22/06/2020

    São Paulo reduz ligeiramente o crescimento. Rio de Janeiro, Osasco e Brasilia continuam a crescer.

  • 23/06/2020

    Cenário bastante similar a ontem, com crescimento mais forte no Rio de Janeiro, Osasco e Brasília.

  • 24/06/2020

    Cenário bastante similar a ontem, com subida em Maceió, pequeno crescimento no Rio de Janeiro, Salvador e Guarulhos, e ligeira queda em São Paulo e Osasco.

  • 25/06/2020

    São Paulo volta a estar em platô e Rio de Janeiro reduz o ritmo de crescimento. Salvador aceleram um pouco e Guarulhos, Osasco e Brasilia reduzem o ritmo levemente.

  • 26/06/2020

    São Paulo volta a apresentar queda, formando um novo pico inicial. Redução do crescimento no Rio de Janeiro, em Jaboatão e Brasília.

  • 27/06/2020

    São Paulo continua em queda, confirmando até o momento o novo pico. Rio de Janeiro mantém a redução do crescimento também. Brasilia vai começando a dar sinais de estar atingindo um platô. Duque de Caixas pode estar iniciando novo crescimento.

  • 28/06/2020

    São Paulo acentua a queda e Rio de Janeiro inicia nova queda. Tomara que não seja apenas o reflexo de irregularidade pelo baixo número de notificações de hoje.

  • 29/06/2020

    São Paulo e Rio de Janeiro em queda. Tomara que não seja apenas o reflexo de irregularidade pelo baixo número de notificações de hoje e ontem. Salvador subindo e Jaboatão também, só que num ritmo muito fortemente.

  • 30/06/2020

    São Paulo e Rio de Janeiro consolidando a tendência de queda. Natal e Jaboatão subindo forte, enquanto Salvador e Guarulho sobem em ritmo menor. Recife pode estar revertendo a queda e entrando em nova subida. São Luiz se aproxima de um platô.

  • 01/07/2020

    Planilha do Ministério da Saúde finalmente atualizada. Crescimento forte ainda em Natal e Jaboatão e Salvador também mas num ritmo menor. Recife iniciando nova subida e São Luiz com crescimento pequeno. Quedas expressivas no Rio de Janeiro e São Paulo.

  • 02/07/2020

    Continua o crescimento forte em Natal e Jaboatão, Salvador reduz o ritmo de subida. Recife confirmando nova subida e São Luiz continua com crescimento pequeno. Quedas expressivas se mantém no Rio de Janeiro e São Paulo.

  • 03/07/2020

    Continua o crescimento forte em Natal e Jaboatão, Salvador mantém o menor ritmo de subida. Recife confirmando nova subida. São Luiz atinge um platô. Quedas expressivas se mantém no Rio de Janeiro e São Paulo.

  • 04/07/2020

    Crescimento forte mantido em Natal e Jaboatão. Recife continua em nova subida. São Luiz começa a cair e Salvador atinge um platô. Manaus volta a subir. Quedas se mantém no Rio de Janeiro e São Paulo.

  • 05/07/2020

    Crescimento forte segue em Natal, mas o ritmo reduz em Jaboatão e no Recife. Salvador vem confirmando a queda e Manaus prossegue em nova subida.

  • 06/07/2020

    Crescimento forte segue em Natal, mas Jaboatão e Recife revertem a subida e estão novamente em queda. Salvador continua confirmando a queda e Manaus mantém nova subida. Fortaleza pode estar iniciando nova subida.

  • 07/07/2020

    Natal reverte o crescimento forte e se aproxima de um platô. Osasco inicia nova subida, enquanto Fortaleza e Manaus vêm confirmando o novo crescimento. Demais cidades do gráfico 3.4 em queda.

  • 08/07/2020

    Natal inicia queda após o crescimento forte. Osasco, Fortaleza e Manaus vêm mantendo o novo crescimento. São Paulo aproxima-se novamente a um platô mas num nível mais baixo..

  • 09/07/2020

    Natal confirmando queda forte. Teresina com crescimento acentuado. São Luiz, Rio de Janeiro e Guarulhos em platô. São Paulo com leve tendência de subida. Fortaleza e Osasco confirmando nova subida.

  • 10/07/2020

    Natal mantendo a queda forte. São Luiz, Rio de Janeiro em platô e Guarulhos em leve subida. São Paulo continua com pequena tendência de subida. Fortaleza e Osasco confirmando nova subida. Belém e Manaus com subida bem leve. Teresina não aparece no gráfico, checando algum problema na origem dos dados.

  • 11/07/2020

    Natal continua em queda forte. Pequena subida em São Luiz. Guarulhos e Belém aumentam um pouco o ritmo de subida. Manaus reverte a subida e agora apresenta pequena queda. As demais cidades sem alterações relevantes.

  • 12/07/2020

    Natal vem mantendo aqueda forte. Pequena queda no Rio de Janeiro. As demais cidades sem alterações relevantes.

  • 13/07/2020

    A planilha do Ministério da Saúde veio incompleta, análise aguardando a atualização da planilha.

  • 14/07/2020

    Com a nova função de atenuação, Brasilia cresce no maior ritmo, enquanto Guarulhos e Fortaleza crescem ligeiramente. São Paulo e Osasco estão em platô. Demais cidades em queda.

  • 15/07/2020

    Análise em andamento em função da atualização da base SRAG.

  • 16/07/2020

    Apenas Brasilia, São Luiz, Guarulhos estão subindo. São Paulo, Fortaleza e Osasco em platô e demais cidades do gráfico em queda.

  • 17/07/2020

    Apenas Brasilia, São Luiz, Fortaleza, Guarulhos estão subindo. São Paulo e Osasco em platô e demais cidades do gráfico em queda.

  • 18/07/2020

    Apenas Brasilia, São Luiz sobem num ritmo mais forte. Fortaleza e Guarulhos se aproximam de um platô, onde São Paulo e Osasco já se encontram. Demais cidades do gráfico continuam em queda.

  • 19/07/2020

    Cenário semelhante ao de ontem, exceto pequeno aumento no crescimento em São Luiz e no ritmo de queda de Recife. Fortaleza voltando a cair levemente.

  • 20/07/2020

    Cenário semelhante ao de ontem, exceto pequena redução de Brasilia, São Paulo e Guarulhos em ligeira queda,

  • 21/07/2020

    Guarulhos e Manaus aumentam um pouco o ritmo de queda e Brasilia diminui o ritmo de crescimento. Demais cidades com o mesmo comportamento dos dias anteriores.

  • 22/07/2020

    Teresina reduz o ritmo de descida e pode se aproximar de um platô inferior. Brasilia diminui o crescimento e pode estar chegando a um platô superior. Osasco diminui ritmo de crescimento. Demais cidades seguem as mesmas tendências dos dias anteriores.

  • 23/07/2020

    São Luiz reduz ritmo de crescimento. Campinas tem a sua estréia no gráfico em subida. Guarulhos reduz a queda. Brasilia atinge platô. Demais cidades na mesma situação de ontem.

  • 24/07/2020

    São Luiz em queda. Guarulhos agora encontra-se em platô. São Paulo aumenta um pouco a queda. Maceio apresenta ligeiro crescimento. Demais cidades inalteradas.

  • 25/07/2020

    São Paulo aumenta um pouco mais a queda. Guarulhos apresenta ligeira subida. Maceio aumenta o ritmo do novo crescimento. Campinas pode estar se aproximando de um platô. Demais cidades inalteradas e em queda.

  • 26/07/2020

    São Paulo continua em queda. Guarulhos continua em ligeira subida. Campinas confirmando o platô. Maceió vem aumentando o ritmo do novo crescimento. Demais cidades inalteradas e em queda.

  • 27/07/2020

    São Paulo mantém o ritmo de queda. Guarulhos continua em ligeira subida e Campinas agora também. Maceió continua a aumentar o ritmo do novo crescimento. Demais cidades inalteradas e em queda.

  • 28/07/2020

    Maceió ainda aumenta o ritmo do novo crescimento. Demais cidades inalteradas e em queda. Os municípios que fazem parte do Estado de São Paulo mostram queda mas essa queda deve-se ao fato de não ter havido atualização nos dados do estado hoje.

  • 29/07/2020

    Guarulhos aumenta o ritmo de crescimento. Campinas apresenta leve subida e Brasília também cresce. Maceio continua crescendo. Demais cidades, incluíndo Rio de Janeiro e São Paulo, todas em queda.

  • 30/07/2020

    Guarulhos reduz ritmo de crescimento. Campinas mantém leve subida e Brasília também cresce. Maceio aumenta ritmo de crescimento. Demais cidades, incluíndo Rio de Janeiro e São Paulo, todas em queda.

  • 31/07/2020

    Guarulhos reduz ainda mais o ritmo de crescimento. Campinas mantém leve subida e Brasília também cresce. Maceio mantém ritmo de crescimento. Demais cidades, incluíndo Rio de Janeiro e São Paulo, todas em queda.

  • 02/08/2020

    Natal e Campinas em uma subida muito discreta, praticamente em platô. Brasilia e Maceió ainda sobem. Salvador volta a subir. Demais cidades do gráfico em queda, inclusive Rio de Janeiro e São Paulo.

  • 03/08/2020

    Natal sobe novamente, Campinas em platô. Brasilia, Salvador e Maceió continuam subindo. Demais cidades do gráfico em queda, inclusive Rio de Janeiro e São Paulo.

  • 04/08/2020

    Natal acelera o crescimento, Campinas agora cresce lentamente. Brasilia, Salvador e Maceió continuam subindo. Demais cidades do gráfico em queda, inclusive Rio de Janeiro e São Paulo.

  • 05/08/2020

    Natal acelera ainda mais o crescimento, Campinas volta a ficar em platô. Salvador acelera o crescimento e Maceió o ritmo de subida. Demais cidades do gráfico em queda, inclusive Rio de Janeiro e São Paulo.

  • 06/08/2020

    Natal e Salvador aceleram crescimento. Campinas e Maceió apresentam ligeira queda. Brasilia em platô. Demais cidades do gráfico em queda, inclusive Rio de Janeiro e São Paulo.

  • 07/08/2020

    Natal e Salvador continuam em crescimento. Campinas começa a cair de forma mais intensa. Brasilia apresentam ligeira queda. Maceió reduz o ritmo de crescimento. Demais cidades do gráfico em queda, inclusive Rio de Janeiro e São Paulo.

  • 08/08/2020

    Natal e Salvador continuam em crescimento. Campinas e Brasilia apresentam ligeira queda. Maceió continua a reduzir o ritmo de crescimento. Demais cidades do gráfico em queda, inclusive Rio de Janeiro e São Paulo. Belém apresenta valores negativos no gráfico pois foram notificadas "mortes negativas" na planilha do Ministério da Saúde.

  • 09/08/2020

    Natal e Salvador continuam em crescimento. Campinas e Brasilia continuam em queda numa taxa baixa. Maceió continua a reduzir o ritmo de crescimento. São Paulo e Manaus agora em platô. Demais cidades do gráfico em queda, inclusive Rio de Janeiro. Belém ainda com valores negativos mas com um ligeiro crescimento que fez se aproximar do zero.

    A curva de SP foi influenciada por três dias de valores mais altos, mas agora os valores voltaram a baixar novamente. A tendência é manter a queda.

  • 10/08/2020

    Natal e Salvador mantém crescimento. Campinas e Brasilia continuam em queda numa taxa baixa. Maceió continua a reduzir o ritmo de crescimento. São Paulo e Manaus agora em platô. Demais cidades do gráfico em queda, inclusive Rio de Janeiro. Belém aparentemente "quicou" no zero e voltou a crescer, mas esse comportamento deve-se ao lançamento de "óbitos negativos" na semana passada e a tendência é a curva se normalizar em alguns dias.

    A curva de SP foi influenciada por três dias de valores mais altos na semana passada, que provocou oscilações na curva, mas agora os valores voltaram a baixar novamente. A tendência é voltar a queda.

  • 11/08/2020

    Natal e Salvador reduzem ritmo de crescimento. São Paulo volta a crescer. Belém também volta a crescer mas pode ser relativo a qualidade dos lançamentos. Maceió e Manaus ainda crescem. Rio de Janeiro em queda.

  • 12/08/2020

    Natal em queda. São Paulo volta a crescer. Belém também volta a crescer mas pode ser relativo a qualidade dos lançamentos. Maceió e Manaus ainda crescem. Rio de Janeiro em queda.

  • 13/08/2020

    Natal acentua a queda. São Paulo volta a crescer. Belém também volta a crescer mas pode ser relativo a qualidade dos lançamentos. Salvador cresce a um ritmo um pouco menor. Maceió e Manaus ainda crescem. Rio de Janeiro em queda.

  • 14/08/2020

    Natal acentua a queda. Belém mantém o novo crescimento. Salvador reduz ritmo de crescimento e se aproxima de platô. São Paulo continua a crescer. Rio de Janeiro em queda.

Óbitos por data da morte - Dados de Sindrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)

Essa seção apresenta gráficos dos óbitos diários organizados pela data efetiva do óbito e não pela data da notificação. Esses dados foram obtidos pela base de dados do Ministério da Saúde de SRAG (Sindrome Respiratória Aguda Grave), que reúne as todas as doenças respiratórias. Essa base é disponibilizada semanalmente pelo Ministério da Saúde. Estamos apresentando no momento os dados do Brasil, os dados de todos os estados, bastando o visitante escolher o estado a ser visualizado na opção abaixo. Também apresentamos um Box Plot, usualmente traduzido como Diagrama de Caixa com as estatística dos atrasos entre a data do óbito e a data em que o óbito é inserido no sistema para os últimos 30 dias.

Da mesma forma com que o gráfico de óbitos pela data de notificação muitas vezes dá uma impressão que há um crescimento das mortes maior, especialmente no Brasil, onde as notificações diárias englobam confirmações de mortes de datas mais distantes, o gráfico por data efetiva da morte também pode dar a falsa ilusão que o pior já passou. Como os óbitos mais recentes normalmente demoram a serem confirmados pelos exames, o número de óbitos nas datas recentes no gráfico quase sempre ainda não é o valor final. O desafio é analisar esses gráficos de vários ângulos. Um dos principais ângulos é entender como se comporta o atraso da notificação da morte, ou seja, quanto tempo demora para o óbito aparecer nas estatísticas após a data efetiva da morte. Isso é feito pelo box plot, mencionado no parágrafo anterior. Olhando-se conjuntamente o gráfico de óbitos por data real, o de óbitos por data de notificação e novamente o box plot, podemos ter uma visão com um pouco menos de incertezas sobre a evolução da COVID.

Gráfico 4.1

O gráfico abaixo mostra os óbitos confirmados nas últimas duas versões da base pela data efetiva do óbito do Brasil. As barras em azul são os óbitos que já estavam presentes na base da semana passada (até 03/08), enquanto que os totais em vermelho foram os que surgiram na última versão, datada de 10/08.

 

Gráfico 4.2

O gráfico abaixo mostra os óbitos confirmados nas últimas duas versões da base pela data efetiva do óbito do estado que o usuário escolher. As barras em azul são os óbitos que já estavam presentes na base da semana passada (até 03/08), enquanto que os totais em vermelho foram os que surgiram na última versão, datada de 10/08.

 

Atraso das Notificações de Óbitos

Os próximos gráficos são importantes para entendermos o comportamento do atraso das notificações, que é o tempo entre a data do óbito e o seu registro no sistema do SUS. O grande atraso nas notificações faz com que os gráficos de óbitos por data de notificação usualmente tragam uma visão pessimista, pois os óbitos lançados em um dia normalmente englobam muitos óbitos que ocorreram há muito tempo. De forma análoga, faz com que os gráficos de óbitos por data real tenham uma visão otimista, já que nem todos óbitos estão registrados, podendo dar a impressão de haver uma queda nos óbitos. O box-plot permite entender a relação entre os dois gráficos e como o atraso nas notificações pode estar distorcendo ambos gráficos.

Para dar uma visão mais precisa, dividimos o gráfico do box-plot em dois. Um para os casos dados como encerrados e outro para os óbitos ainda em aberto no sistema do SUS.

O atraso nas notificações é muito relacionado ao processo de notificação de óbitos do SUS. Os hospitais preenchem uma ficha sobre o caso, que no pior caso pode ser em papel, que vai sendo atualizada de acordo com a evolução do paciente. Na base de dados há a informação da data do óbito e a data quando o registro foi inserido no sistema do SUS. O atraso é calculado como a diferença entre essas duas datas. Esse gráfico é meio diferente, chamado de box plot ou diagrama da caixa. Cada linha vertical dele é a distribuição de valores que o atraso apresenta para cada um dos itens em destaque no gráfico. Na Wikipedia tem um artigo que explica esse gráfico em Português.

Vou traduzir o que esse gráfico do Brasil de exemplo ao lado está dizendo: Que a mediana do atraso entre a data da morte e a digitação do registro no sistema do SUS é de 6 dias para o Brasil. Ela está representada como a linha horizontal que divide o retângulo em duas partes. A mediana é um tipo especial de média (estatísticos, é pra simplificar e não ser rigoroso, ok?), significa que esse é o tempo mais comum do atraso. Outro indicador importante no nosso caso é o "terceiro percentil", que indica o valor máximo que divide 75% dos dados disponíveis. Esse valor, no gráfico de exemplo é de 13 dias. É a parte superior do retângulo. Isso significa que 75% dos óbitos são notificados em até 13 dias, no exemplo. Esses dois números são muito usados para indicar quais são as expectativas mais razoáveis para uma determinada variável.

Dessa forma, pegando-se o valor do terceiro quartil, chegaríamos a conclusão no exemplo é bastante usual que os óbitos estejam refletidos no sistema do SUS entre 6 e 13 dias, pois isso englobaria 75% dos casos que foram analisados. O gráfico mostra que o valor máximo em "condições normais" (não vou entrar nesse mérito) ficaria em 29 dias. Condições excepcionais levaram a atrasos superiores de até 70 dias no exemplo, mas são casos mais raros. Qual seria o resumo desse exemplo? Que é razoável pensarmos que cerca de 75% dos óbitos ocorridos até hoje, estejam no sistema do SUS em em 13 dias. Se quisermos um valor super preciso, seria necessário um período maior, de 29 dias. Mas se quisermos englobar até as situações atípicas, que são os casos raros que fogem do padrão comum, o atraso pode ultrapassar 70 dias.

box-plot

Gráfico 4.3

O gráfico abaixo com Box Plots do atraso do Brasil e de todos os estados para os óbitos classificados como encerrados que foram digitados no sistema do SUS nos 30 dias anteriores à divulgação da base SRAG.

 

Gráfico 4.4

O gráfico abaixo com Box Plots do atraso do Brasil e de todos os estados para os óbitos ainda não encerrados.

 

Outras análises na base SRAG

Gráfico 4.5

O gráfico abaixo mostra o percentual dos óbitos de cada diferente classificação de SRAG, inclusive a COVID, no Brasil e em todos os estados.

 

Análise dos óbitos por data efetiva da morte

  • 09/06/2020

    Ainda estamos rodando esses novos gráficos para poucos estados e para o Brasil, pretendemos expandir para outros estados e provavelmente municípios também. Os dados indicam que o pico do Brasil teria sido no dia 12/05, Pernambuco por volta do dia 08/05. Rio de Janeiro perto do dia 05/05 e São Paulo em torno do dia 18/05. Minas Gerais e Paraná, por terem um número muito menor de casos, não tem uma curva definida. Os picos dos outros estados estão se mantendo nesses poucos dias de observação. Os novos óbitos que foram confirmados desde a primeira versão dos gráficos não alterou a característica dos picos nem um pouco.

  • 10/06/2020

    O fato do pico do Brasil encontrar-se há cerca de 30 dias atrás, o que é próximo do tempo de atraso necessário para que todos os óbitos estejam presentes, é um bom sinal, mas não é o bastante para termos certeza que esse cenário não vai mudar. Outro sinal positivo é que o pico se deslocou apenas 4 dias para a frente, metade da dirença de tempo entre as bases do dia 01/06 e 09/06, o que é um bom indício que o pico pode estar cada vez mais para trás do momento atual. O número de novos óbitos tem que cair e os valores do box plot continuarem menores do que a distância do pico para esse cenário se manter. Lembro que apenas o início da análise nessa nova (e preciosa) fonte de informações, que está sendo incorporada ao conjunto de indicadores dos demais gráficos do site. Torço muito que a base SRAG continue sendo atualizada com frequência.

    Como o Estado do Rio de Janeiro passou a publicar os óbitos pela data efetiva da morte, podemos remover o que chamávamos de casos suspeitos, pois tivemos uma curva oficial para comparar. Com isso, notamos que há uma diferença grande entre o total de óbitos notificados e os que estão com data definida. Para o dia 09/06/2020, a última data que tivemos à base SRAG, o Ministério da Saúde comunicou que haviam 38.406 óbitos no país, entretando só encontramos 32.136 com data definida na base, gerando uma diferença de 6.270 obitos, que representam 16% dos mortos.

  • 17/06/2020

    Finalmente temos uma base nova, já que a do dia 16/06 foi acertada hoje pelo Ministério da Saúde. O mesmo padrão de atraso geral das notificações se mantém para o Brasil mas há estados com atrasos gigantescos, como Maranhão, Amapá, Alagoas, Acre e Pará. Alguns estados melhoraram o atraso, por exemplo São Paulo. O gráfico box plot mostra que a distribuição atual dos atrasos na base, resultante da atualização da base SRAG.

    A minha teoria que o pico do Brasil se move lentamente para frente vai se confirmando, pois quando há notificações de óbitos que são anteriores ao dia de mais óbitos que aumentam graduamente até cruzamento do pico, há mais óbitos lançados no lado direito do pico do que no direito, o que faz com o que o pico se desloque um pouco no tempo. A ótima notícia é que nos 7 dias de diferença entre as bases do dia 09 e do dia 16, o pico só adiantou um ou dois dias, mostrando que a tendência é que ele fique cada vez mais para trás. Ou seja, por causa dos atrasos aparentemente não temos um pico estático no Brasil e em alguns estados, como mostro no próximo parágrafo, mas picos que se adiantam lentamente para frente. Nos estados com menos atrasos, o pico mantém-se estático até o momento.

    O pico de São Paulo apresenta uma base bem larga, sendo mais difícil determinar o centro do pico exatamente. É provável que tenha se adiantado uns dias para frente, mas o avanço seria menor do que sete dias, o intervalo de tempo entre as extrações das bases, o que mostra que também está ficando para trás. No Ceará, Paraíba, Pará, Pernambuco, o pico também avança mais lentamente do que o decorrer do tempo. Amazonas e Rio de Janeiro com o picos inalterados desde o dia 9, o que é um excelente sinal. No Maranhão o volume absurdo de exames atrasados, aparentemente indica agora que o pico estaria no início de Maio, mas com tanto atraso, é difícil ter confiança na organização dos exames do estado. Para os demais estados ainda é cedo para fazer uma análise de pico, seja pelo baixo volume de óbitos, ou pelo crescimento recente das mortes.

  • 23/06/2020

    O pico do Brasil se move para frente muito vagarosamente e claramente está cada vez mais distante da data de hoje. Diria que hoje ele estaria em torno do dia 14/05. O que faz o pico mover pra frente é o volume de óbitos antigos, anteriores ao pico, que mudam o seu topo para frente. Esse volume de óbitos antigos diminuiu na última semana. Alguns estados reduziram bastante o atraso das notificações, por exemplo São Paulo, como o gráfico box plot, número 4.3, mostra. No mesmo gráfico, nota-se que também que o atraso de alguns estados é vergonhoso: Maranhão, é o pior caso longe, mas Acre, Amapá, Pará, Espirito Santo e Rondônia apresentam prazos mais longos de notificação.

    Alguns estados estão com picos bem definidos no passado: Amazonas, Alagoas, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro. Havendo redução nas notificações de óbitos nesses estados, a tendência é esses picos ficarem para trás, avançando um pouco se houver muitos óbitos antigos para serem apurados. Mesmo com os picos ficando para trás, por causa do atraso, não podemos afirmar que o aumento das notificações atual no Rio de Janeiro está relacionada com óbitos recentes ou são antigos que estão sendo apurados. Para termos uma certeza maior da queda, o pico da SRAG tem que estar ficando para trás e o número de novas notificações tem que estar reduzindo.

    É importante lembrar que quanto menor o atraso das notificações, maior certeza temos da estabilidade do pico. Por exemplo, os atrasos nas notificações no Maranhão são tão grandes, vide o gráfico 4.3, que dão pouca garantia que não há um número grande de óbitos a ser lançado, que mudaria completamente o cenário que o gráfico de mortes por data real mostra.

    Já São Paulo e Bahia, os picos estão um pouco mais próximos, mas não tanto quanto os estados em crescimento franco. Esses dois estados estão com atrasos bem menores nas notificações. O desafio de São Paulo e Bahia é deter o crescimento no interior, principalmente. Também precisamos da redução das próximas notificações de óbitos e obervar o pico ficando mais para trás para termos mais evidências da queda.

    Por fim, há um gráfico novo, o 4.4, que mostra o percentual de óbitos por tipo de síndrome respiratória. Muitos estados que possuem poucos óbitos por COVID, apresentam um elevado percentual de óbitos SRAG sem causas específicas, por exemplo: Mato Grosso, Minas Gerais e Santa Catarina. Pior ainda é o Pará, que teve um elevado número de óbitos COVID, ou o Rio Grande do Norte, que cresce bastante hoje, mas mesmo assim possuem um grande percentual de óbitos SRAG de causas desconhecidas.

  • 30/06/2020

    O pico do Brasil está estacionado agora em torno do dia 14/05 ou 15/05, praticamente igual ao que a base da semana passada falava. O atraso do Brasil e dos estados não apresentou muitas alterações desde a semana passada.

    Alguns estados estão com picos bem definidos no passado e não se movimentaram para frente na última semana: Amazonas, Alagoas, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro. Havendo redução nas notificações de óbitos nesses estados, a tendência é esses picos ficarem para trás. Como esses picos estão ficando cada vez mais para trás e o atraso nos óbitos está praticamente constante, diria que a estabilidade deles está aumentando.

    São Paulo e Bahia continuam na mesma situação da semana passada. Os picos estão um pouco mais próximos, mas não tanto quanto os estados em crescimento franco. Esses dois estados estão com atrasos bem menores nas notificações. O desafio de São Paulo e Bahia é deter o crescimento no interior, principalmente. Também precisamos da redução das próximas notificações de óbitos e obervar o pico ficando mais para trás para termos mais evidências da queda.

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    Os estados ainda em crescimento, tais como Distrito Federal, Espirito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Piaui, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins, ainda não é possível determinar um pico estável nos dados de óbitos reais.

  • 01/07/2020

    O gráfico de box plot foi dividido em dois, separando os casos fechados dos casos abertos. Há muitos casos antigos ainda abertos e esse número está razoavelmente estável. Em 23/06 eram 3793 óbitos em aberto e agora em 30/06 são 3647, uma pequena redução.

  • 07/07/2020

    O pico de óbitos por data efetiva da morte mantém-se próximo ao dia 15/05, confirmando a sua estabilidade. Como o box-plot do Brasil mostra que, fora os outliers, 100% dos óbitos são resolvidos em até 39 dias e o pico já está a mais de 50 dias para trás, a menos que haja alguma grande mudança no cenário do Brasil, é provável que tenha ficado para trás mesmo. O final do platô de São Paulo hoje encontra-seem torno do dia 23/06, portanto cerca de 15 dias atrás e o box-plot dos atrasos mostra que houve uma melhora grande nos prazos e hoje 75% dos óbitos são resolvidos em até 12 dias. Ou seja, o final do platô ainda está próximo, mas ficou mais distante do que na base divulgada na passada, quando estava apenas a 9 dias atrás da data de publicação da base. Na Bahia, o platô ainda está muito próximo e não podemos afirmar muita coisa.

    Os estados que estavam estáveis na semana passada: Amazonas, Alagoas, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro continuam na mesma situação, com o pico ficando mais distante e mais consolidado com tempo, se as condições atuais se mantiverem. Alguns estados podem estar iniciando uma queda com base na data efetiva do óbito, por exemplo Distrito Federal, Espirito Santo, Paraíba, Rondônia e Roraima, mas ainda é cedo para qualquer conclusão e temos que esperar as próximas semanas para verificar se existe alguma tendência de estabilização do pico. Os demais estados ainda estão com ritmo forte de crescimento ou com o pico real muito próximo em relação ao atraso e não podemos afirmar nada ainda.

  • 16/07/2020

    O pico do Brasil permanece próximo ao dia 15/05, confirmando cada vez mais a sua estabilidade pois já está praticamente há 60 dias atrás e, segundo a última versão do box-plot, 100% dos óbitos no Brasil são aferidos em até 42 dias. Se não houver nenhuma mudança grande no quadro do Brasil, está cada vez mais provável que esse pico se mantenha

    No caso de São Paulo, podemos ver que os novos óbitos lançados na última semana (em vermelho no gráfico) transformaram o antigo platô que terminava em torno do dia 23/06 em um pico em torno do dia 13/06 (numa visão até pessimista). Com isso, esse pico estaria próximo há 30 dias dos dias de hoje e, mais uma vez segundo o box-plot do estado, 100% dos óbitos são apurados em até 29 dias. Ou seja, este pico está mais consolidado, numa visão fria dos números. Mas temos que lembrar que o crescimento da epidemia hoje é no interior dos estados e o interior de São Paulo representa mais do que 50% da população do estado (o restante está na cidade de São Paulo e na sua região metropolitana). Portanto, temos que ser cautelosos em afirmar que o pico de São Paulo está consolidado. Melhor aguardar as próximas versões da base SRAG antes de tirarmos alguma conclusão.

    Os estados estáveis, continuam na mesma situação: Amazonas, Alagoas, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco e Rio de Janeiro. Já o Amapá, Espirito Santo, Rio Grande do Norte, Rondônia e Roraima podem estar começando uma redução, mas ainda é cedo para qualquer conclusão. Os demais estados ainda estão em crescimento forte ou com um pico muito próximo do dia 14/04 (data de divulgação da base) e não podemos afirmar nada.

  • 24/07/2020

    Pico do Brasil cada vez mais consolidado (vide análise do dia 16/07). Em São Paulo o pico em torno dia 13/06 está um pouco mais desenhado. O box-plot 100% dos óbitos (exceto outliers) são resolvidos em até 29 dias e 75% dos óbitos são resolvidos em 13 dias, a tendência é que poucos novos óbitos sejam encontrados em datas próximas a esse pico em formação. A tendência mais provável é que ele vá se consolidando ao longo do tempo, caso não haja nenhuma mudança grande no cenário do estado.

    Os estados estáveis, continuam na mesma situação: Amazonas, Alagoas, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco e Rio de Janeiro. Já o Acre, Amapá, Espirito Santo, Mato Grosso, Paraiba, Rio Grande do Norte, Rondônia e Roraima estão com um pico ficando mais claro, mas ainda é cedo para qualquer conclusão definitiva. Os demais estados ainda estão em crescimento forte ou com um pico muito próximo do dia 14/04 (data de divulgação da base) e não podemos afirmar nada.

  • 05/08/2020

    Hoje foi liberada a base SRAG do dia 03/08 e a base anterior é o dia 29/06. O Pico do Brasil continua firme em torno da 14/05, cada vez mais consolidado. Em São Paulo o desenho do pico perto do dia 13/06 mais definido, mas temos um pico secundário próximo do dia 13/07. Como o box-plot desse estado mostra que 75% dos óbitos estão sendo processados em até 14 dias, ainda há alguma chance desse pico crescer um pouco, mas acho difícil que ultrapasse o pico do dia 13/06, uma vez que a atualização do óbitos antigos está sendo bem menor nos último dias.

    Os estados estáveis, continuam na mesma situação: Amazonas, Alagoas, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco e Rio de Janeiro. Acreditamos que podemos dizer que a tendência é que Acre, Amapá, Espirito Santo, Maranhão, Paraíba, Rio Grande do Norte, Rondônia e Roraima já estejam consolidados, pela comparação da data dos picos nos gráficos e o padrão dos atrasos reportados nos respectivos box-plots. Os demais estados ainda não podemos afirmar muita coisa ainda.

  • 12/08/2020

    Análise em andamento.

Metodologia


A maioria dos websites de Data Science ligados à COVID se divide em duas grandes categorias. A primeira engloba aqueles que permitem a visualização dos dados disponibilizados por órgãos oficiais ou iniciativas que coletam, agrupam e organizam informações de diversas fontes primárias, geralmente de países distintos. O segundo grupo de sites foca no desenvolvimento de modelos preditivos avançados, na tentativa de antever a evolução dos efeitos da pandemia no futuro. Esses modelos computacionais têm o potencial de contribuir muito mais para o planejamento de ações de combate à COVID, pois permitem prever a evolução da pandemia. Além disso, constituem um desafio técnico fascinante que tem atraído diversos cientistas de dados no mundo todo.

Infelizmente, na questão específica da COVID, vários modelos computacionais falharam catastroficamente em suas previsões, em particular aqueles criados pelo Imperial College de Londres. Todos esses modelos se baseiam em parâmetros técnicos que, na verdade, são as premissas das quais partem os cientistas responsáveis. Ao nosso ver, no entanto, o que se sabe a respeito da pandemia ainda é muito pouco para que se possam estabelecer premissas robustas para os modelos. No caso específico do Brasil, enfrentamos desafios ainda maiores na construção dos modelos, pois há muita irregularidade na notificação de casos e óbitos, o que torna os modelos ainda mais instáveis. Notamos também que essa irregularidade é tão grande que a simples elaboração de "dashboards" de visualização dos dados fornecidos pelo governo brasileiro não permite sequer a dedução intuitiva de como a pandemia evoluirá a curto prazo.

Diante desse cenário, optamos por desenvolver uma ferramenta de visualização dos dados da COVID a partir de um tratamento matemático robusto que atenue as oscilações nas notificações e permita enxergar claramente as tendências de evolução dos casos de COVID, sem o risco de partir de premissas infundadas. Ou seja, optamos por não desenvolver modelos preditivos, diante do grau de dificuldade de obtermos premissas sólidas e científicas para embasar a modelagem.

O tratamento matemático que escolhemos foi a aplicação do filtro Savitzky-Golay aos dados da COVID. Trata-se de um filtro digital que, aplicado a uma série de dados, suaviza as oscilações, elevando a precisão da informação. Sua grande vantagem é preservar a tendência presente nos dados – justamente o que é difícil visualizar nos dados brutos da COVID do Brasil. O uso desse filtro constitui, a nosso ver, uma modelagem matemática que apresenta benefícios claros para a realidade do país, com o uso mínimo de premissas na sua elaboração. Em particular, as premissas das quais partimos se restringem a dois parâmetros do filtro: o número de amostras utilizadas na atenuação e o grau do polinômio empregado. Para a atenuação, escolhemos as 15 amostras que correspondem aos maiores atrasos nas notificações da COVID. Com o crescimento das oscilações nas notificações da COVID, a partir do dia 14/07/2020, passamos a considerar um período de 19 dias (ou amostras) para atenuação das curvas. Optamos por uma função linear para reduzir a oscilação também a partir do dia 14/07/2020, antes usávamos um polinômio do segundo grau, compatível com o formato parabólico das curvas de evolução da COVID em vários países.

Também optamos por focar nas informações dos óbitos, uma vez que pelo menos 80 por cento das pessoas contaminadas pelo vírus são assintomáticas ou apresentam sinais muito leves da doença e, por isso, não procuram os serviços de saúde e passam ao largo das estatísticas oficiais. A contagem de óbitos é a métrica mais triste nesta realidade na qual estamos inseridos, mas é a que oferece a maior confiabilidade e a precisão necessárias para obtermos informações robustas e permitir análises mais claras do comportamento atual da pandemia.

Como Efetuar a Leitura do Gráfico de Tendências

O sucesso dos gráficos de tendências, que publicávamos regularmente nas mídias sociais, foi o principal motivo que nos levou a desenvolver essa página web. Embora seja um gráfico bastante técnico, na nossa opinião, é um dos mais sensíveis para entendermos o crescimento exponencial da COVID. Para tanto, basta observar a inclinação da curva: se estiver subindo, é porque há um aumento no crescimento exponencial de óbitos e, analogamente, a taxa exponencial de óbitos está reduzindo, se a curva estiver descendo. Quando o total de óbitos parar de crescer, ou seja, quando não houver mais mortes, a curva cai na vertical.

Outra peculariedade desse gráfico é que a variável tempo não está presente nos eixos do gráfico, uma vez que o eixo X (horizontal) mostra o total de óbitos, enquanto que o eixo Y (vertical) indica a soma dos óbitos ocorridos nos sete dias anteriores. Essa soma, na verdade, é um indicativo bastante preciso da variação da taxa de óbitos, pois caso o total de óbitos nos sete dias anteriores seja maior, é um sinal claro há um crescimento na taxa de óbitos, e, de forma análoga, caso o total acumulado nos últimos sete dias seja menor, há uma redução na taxa de óbitos. O uso da soma dos sete dias anteriores, em vez dos óbitos notificados em um último dia, também é um mecanismo que contribui para reduzir a influência da irregularidade nas notificações de óbitos na forma da curva. Mais uma vez lembramos que os visitantes em notebooks e desktops podem obter as datas correspondentes à cada trecho da curva, bastando passar o cursor sobre o ponto de interesse.

Agora que o site está mais completo, com diversos tipos de gráficos, a importância do gráfico de tendências fica mais compreensível. Pequenas variações no crescimento ou descréscimo da taxa de óbitos dificilmente é percebida em qualquer outro gráfico, inclusive os que usam escala logaritma em um dos eixos, mas causa uma grande variação no gráfico de tendências.

O gráfico de tendências usa escala logaritma nos seus dois eixos, o que pode ser um pouco intimidador para quem não é da área de exatas, mas o uso dessa escala tem um objetivo bem simples: o de transformar as curvas de crescimento exponencial, característica do comportamento de qualquer virus, em retas, mais uma vez para facilitar a visualização das informações. Por fim, lembramos que os visitantes que estiverem usando um tablet, notebook ou desktop, basta passar o mouse ou o dedo sobre um ponto de uma das curvas do gráfico para ter acesso a informações mais detalhadas sobre a curva, tais como os valores e a data que correspondem ao ponto da curva selecionado.

Quem Somos


O nome Zero Bias foi escolhido por indicar isenção. Bias, uma palavra da língua inglesa, é normalmente traduzida em viés. Tratando-se de estatística, bias possui uma conotação ainda mais forte: a de distorção ou tendenciosidade intencional. O nome desse site, portanto, significa sem distorção ou tendenciosidade no sentido estatístico estrito.

No momento, esse site é um projeto pessoal meu, Lorenzo Ridolfi, para o qual dedico o meu tempo livre. Espero brevemente que outras pessoas entrem no time, para aperfeiçoarmos esse trabalho. Posso ser encontrado no Twitter como @lorenzoridolfi ou no LinkedIn.

Créditos

As informações apresentadas neste site têm como fontes o Brasil.io, o Open Data SUS para a base de SRAG e o Our World in Data.
A ideia original dos gráficos de tendência, aperfeiçoados neste site, é do físico Aatish Bhatia, como se vê na página Covid Trends.

Isenção de Responsabilidade

Todos os dados apresentados neste site foram publicados de boa-fé, com a finalidade exclusiva de informar. Não oferecemos nenhuma garantia quanto à integridade, confiabilidade e precisão dessas informações, até mesmo porque todos esses dados foram coletados ou produzidos por terceiros. O leitor estará por sua conta e risco se tomar qualquer atitude com base nas informações aqui apresentadas.